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  • Chissano recorda “bom relacionamento” entre Portugal e Frelimo na transição - 30 Anos Lusa
    resposta já tinha sido dada não só pela luta armada mas também por três ou quatro dias de revoltas aqui em Maputo ou de reivindicação da independência imediata frisa Como resultado do bom clima reinante durante o governo de transição Moçambique alcançou finalmente a sua independência em 1975 acabando com 500 anos de presença colonial numa cerimónia em que os militares moçambicanos acabaram festejando com tiros para o ar O dia da independência foi um momento de grande alegria mas ao mesmo tempo de um pouco de drama porque estávamos nós como responsáveis apreensivos porque podia haver uma bala perdida que caísse em cima de alguém lembra o dirigente político Aquilo parecia uma guerra mas não era uma guerra era um fogo de artifício com armas e com balas verdadeiras mas deu um espetáculo bonito recorda ainda Joaquim Chissano sobre o ambiente que se viveu em Maputo no dia da proclamação da independência O Estado moçambicano criado em 1975 é uma criança que nasce com inimigos nomeadamente a África do Sul e a Rodésia e que enfrenta a hostilidade de países como os EUA afirma eJoaquim Chissano É uma criança que nasce já com inimigos quero falar da África do Sul sobretudo e da Rodésia mas de toda a maneira isso insere se numa conjuntura internacional mais vasta onde havia a guerra fria enfatiza Chissano primeiro ministro dos Negócios Estrangeiros de Moçambique e mais tarde chefe de Estado em entrevista à Lusa a propósito dos 40 anos da independência de Moçambique que se assinalam a 25 de junho Segundo Chissano alguns países que deviam abraçar a causa da independência dos povos como os Estados Unidos trataram Moçambique como inimigo por causa da aliança do novo Estado com a ex URSS e fecharam os olhos à agressão movida pelo regime do apartheid em retaliação ao apoio de Maputo ao Congresso Nacional Africano ANC na África do Sul e numa ação justificada pela orientação marxista leninista assumida pela Frelimo Frente de Libertação de Moçambique Pensávamos nós quando crianças ou jovens que os Estados Unidos haviam de ser o país que nos ia dar mais apoio mesmo antes de começar a luta armada e sinais disso até apareceram porque a Fundação Ford dos Estados Unidos financiou nos a construção da primeira escola secundária da Frelimo em Dar es Salam antes do começo da luta armada em 1962 salienta Chissano O antigo Presidente moçambicano que aderiu à Frelimo em 1963 diz que os Estados Unidos da América aliam se a esses estados vizinhos que eram inimigos da independência porque poderia Moçambique servir de mau exemplo segundo eles para os seus povos lá e não queriam que houvesse um Estado viável dirigido por negros Segundo o antigo Presidente moçambicano a agressão que o país sofreu logo após a independência impôs que a Frelimo se virasse para a consolidação da soberania do Estado em detrimento do respeito dos direitos e liberdades individuais Nós libertámos o país viemos para a independência dentro de uma luta que precisava

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  • O sonho da paz chegou a Angola mas a desigualdade perdurou - 30 Anos Lusa
    de três semanas depois do líder da UNITA Jonas Savimbi ter sido abatido pelas FAA na província oriental do Moxico O fim da guerra trouxe possibilidades de vida que não existiam A possibilidade de pelo menos as pessoas serem mais autónomas em relação aos poderes conflituantes que existiam fosse o Estado ou o para estado da guerrilha Por isso hoje as pessoas podem fazer a sua vida para além do disfuncionamento do Estado conta Nélson Pestana Ainda assim num regime liderado desde 1975 pelo MPLA e há 37 anos por José Eduardo dos Santos o académico sublinha que nem tudo correu bem Em quase década e meia a paz militar não se transformou numa paz civil aludindo às violações das liberdades e garantias dos cidadãos Com o fim da guerra a integridade física das pessoas não está constantemente em risco embora essa integridade física seja muitas vezes violada pela repressão do próprio Estado diz o também jurista e investigador do Centro de Estudos e Investigação Científica da UCAN Nélson Pestana coordenou o relatório social de Angola apresentado em 2015 pelo Centro de Estudos e Investigação Científica CEIC que aponta de novo o problema sério de equidade na repartição do rendimento nacional e de excesso de concentração de riqueza Desigualdades que garante o investigador e também militante do Bloco Democrático partido político angolano sem representação parlamentar e que surgiu já com a paz o fim da guerra acentuou Até porque a paz resultou na perspetiva do Governo e do MPLA de uma vitória militar sobre o seu contendor e impôs a sua vontade a toda a sociedade Isso permitiu que um número reduzido de pessoas se tivesse acaparado da maior parte da riqueza produzida nesse tempo Temos por um lado um grupo hegemónico que insiste na ditadura fortemente enriquecido e temos por outro uma vasta massa de pessoas que não ascendem à cidadania num estado de pobreza critica Ainda segundo o relatório do CEIC que reúne indicadores de várias instituições nacionais e internacionais o Índice de Desenvolvimento Humano IDH para avaliar as condições de vida da população fixou se em Angola em 2013 nos 0 526 O país que é também o segundo maior produtor de petróleo na África subsaariana figurava na 149 ª posição do IDH numa lista com 185 países posição idêntica para 2012 Nas contas do CEIC a taxa de pobreza em Angola cifrou se em 57 6 em 2011 mas caiu fortemente no ano seguinte para 38 9 estimando que este ano desça para os 35 6 O equivalente a mais de nove milhões de pessoas em situação de pobreza E o cenário numa altura em que o crescimento de Angola trava a fundo com a contínua descida das receitas do petróleo desde 2014 não é animador Daí que Nélson Pestana admita que em 14 anos de paz o país tenha ficado sentado em cima do barril de petróleo sem diversificar a economia A falta do relançamento da economia produtiva de Angola é o maior falhanço da

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  • Os brasileiros vieram e Vila de Rei começou combate à desertificação - 30 Anos Lusa
    dos dois lados do Atlântico De acordo com a atual Provedora da Misericórdia foi bom porque deu a conhecer Vila de Rei E lembro que não trouxemos clandestinos para cá Os primeiros brasileiros a estabelecerem se aqui vieram com contrato de trabalho e hoje temos ainda um casal que se integrou muito bem e vive em São João do Peso já teve vários filhos e um outro casal está estabelecido no vizinho concelho da Sertã acrescenta Segundo Irene Barata só por esses valeu a pena embora defenda que isto é um bocado como os lavradores semeia se e tenta se ao mesmo tempo que assegura que a aposta na economia social foi a semente que germinou e travou o processo de desertificação O atual presidente da Câmara de Vila de Rei Ricardo Aires PSD diz que as instituições de apoio social lares centros de dia cuidados continuados são uma das áreas de maior dinamização socioeconómica do concelho notando que as mesmas representam hoje 10 da oferta de emprego 334 pessoas repartidas por seis instituições enquanto a autarquia já incluindo o pessoal não docente do agrupamento de escolas conta com 129 postos de trabalho A economia social foi efetivamente a semente que germinou depois de quase 30 anos de uma luta desigual É o nosso presente e o nosso futuro vinca anunciando que a breve prazo vai começar a funcionar o Centro Geriátrico de Vila de Rei a que se segue a Cercitop também na área de cuidados continuados Os últimos indicadores confirmam que estamos no caminho certo mas estamos conscientes de que estamos em viagem que o trabalho está longe de ser finalizado e muito ainda existe por fazer A criação de medidas efetivas por parte do Governo poderia ajudar em muito mas até lá teremos que ser nós a continuar a conduzir o barco conclui Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse

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  • Veiga Maltez, o médico que "curou" o concelho "doente" da Golegã - 30 Anos Lusa
    de gestão do município que terminaram com um mandato de executivo monocolor facultada à Lusa preenche várias páginas indo das infraestruturas básicas à recuperação da incomparável Casa Estúdio Carlos Relvas construída originalmente 1872 para estúdio fotográfico à introdução do hipismo como atividade de complemento nas escolas do concelho ou as iniciativas para fomentar o turismo nomeadamente equestre de cuja associação nacional é presidente A estratégia de desenvolvimento traçada contou com um precioso aliado o setor agrícola que na região se modernizou encontrando na União Agrícola do Norte do Vale do Tejo Agrotejo com sede na Golegã o apoio técnico que lhe permitiu tornar se num fator económico de peso É um concelho onde se vive bem diz à Lusa Mário Antunes vice presidente da Agrotejo destacando o potencial agrícola da região a marca cavalo a arquitetura a ruralidade a gastronomia a existência do que poderá ser a primeira Reserva da Biosfera reconhecida pela Unesco em Portugal o Paúl do Boquilobo realçando o trabalho coerente realizado nas últimas décadas Vítor Guia presidente da Junta de Freguesia da Azinhaga não esconde os diferendos que por vezes o opuseram a Veiga Maltez mas não deixa de reconhecer o bom gosto o brio a atenção aos pormenores a dinâmica que imprimiu ao concelho Quando cheguei à Câmara Municipal da Golegã utilizei a mesma sequência como na vida médica para o concelho primeiro fiz a anamnese depois a semiologia a seguir o diagnóstico e por fim a terapêutica disse Maltez à Lusa Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos fogos Mação cria soluções premiadas no estrangeiro Machico Machico onde o católico Jardim teve num padre a maior oposição Moura Central Solar de Amareleja trouxe empresas emprego e dinheiro a autarquias Nelas Canas quase se

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  • Chamusca encontrou no "lixo" resposta para a desertificação - 30 Anos Lusa
    carência de ocupação de pessoas em desertificação acelerada reconhece lembrando um período de grande empolgamento grande estudo de esforço em combater receios e encontrar parceiros Olhando para trás na casa que foi dos avós e onde hoje passa as tardes organizando dezenas e dezenas de objetos carregados de memórias Sérgio Carrinho considera que esta foi uma experiência muito enriquecedora Compensa sempre tentar fazer o melhor e ganhámos afirma à Lusa apontando os 400 postos de trabalho criados no Eco Parque do Relvão alguns exigindo conhecimentos especializados e grande responsabilidade e os investimentos avultados Sérgio Carrinho reconhece os riscos desta aposta nomeadamente ambientais e de negócio com a crise e a redução de resíduos algumas das empresas não estão a ter os resultados que esperariam E há ainda problemas por resolver como o das acessibilidades que apesar das promessas das tutelas nunca saíram do papel ou o inferno da burocracia que faz com que não tenha sido ainda possível alterar o Plano Diretor Municipal e o Eco Parque do Relvão não exista formalmente enquanto tal Reconheço que funcionámos tipo buldózer sublinha acrescentando que no entanto não lhe passa pela cabeça que por uma norma administrativa se ponha em causa um setor empresarial que tem de existir porque vai ser sempre necessário Sérgio Carrinho diz acreditar que o bom senso vai imperar frisando que uma população e um concelho que se disponibilizaram para resolver um problema que mais ninguém queria merecem ser tratados com respeito Esta não pode ser uma indústria que nos envergonhe pois contribui para a sustentabilidade do Planeta remata Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos fogos Mação cria soluções premiadas no estrangeiro Machico Machico onde o católico Jardim teve num padre a maior oposição Moura Central Solar

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  • Três décadas de notícias - 30 Anos Lusa
    Portugal e Frelimo na transição O sonho da paz chegou a Angola mas a desigualdade perdurou Conferência Retratos TRÊS DÉCADAS DE NOTÍCIAS 1986 1995 1996 2005 2006 2015 Voltar atrás Última Hora Vitória de Guimarães e Estoril Praia empatam a um golo na I Liga Sanções impostas à Rússia só acabam se cumprir acordos de Minsk Obama Rio2016 Jessica Augusto também com mínimo na maratona Síria Barack Obama contra criação de zona de segurança por questões práticas Obama apela para China aumentar pressão sobre Coreia do Norte Moreirense vence no terreno do Nacional Candidato da extrema direita vence primeira volta das presidenciais austríacas projeção Tondela vence em Setúbal como golo de Pica e reacende esperança de permanência Arouca vence em casa do Marítimo e fica mais perto da Liga Europa Oriental perde com Leixões e é despromovido na II Liga de futebol Obama quer concluir negociações de livre comércio EUA UE até ao fim do ano Jordânia apoia França para relançar negociações de paz entre Israel e Palestina Rio2016 Jessica Augusto também com mínimo na maratona Gastão Elias conquista challenger de Turim em ténis Rui Costa fecha pódio da Liège Bastogne Liège ganha por Poels da Sky Sete ilhas dos

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  • Fecho da fábrica de calçado agravou efeitos da interioridade em Pinhel - 30 Anos Lusa
    do encerramento da maior unidade empregadora do seu concelho O fecho da fábrica de calçado aumentou drasticamente o desemprego em Pinhel e diminuiu drasticamente a população quotidiana em cerca de 15 Lembra que assistiu a serviços e a comércios que encerraram ou diminuíram drasticamente o seu volume de vendas e nas ruas da cidade deixou de ver o movimento de pessoas a que estava habituado António Ruas também passou a observar uma cidade dorida e um concelho entristecido Volvidos estes anos os pinhelenses conseguiram sarar as feridas e continuam a olhar em frente com a determinação e a vontade de terem um concelho feliz e desenvolvido assume o ex autarca Em 2011 a Câmara Municipal de Pinhel comprou as antigas instalações da fábrica Rohde que transformou em Centro Logístico onde passou a realizar a Feira das Tradições um evento anual que divulga as potencialidades económicas locais Em dois pavilhões da antiga unidade fabril de calçado estão atualmente a laborar duas fábricas do mesmo setor que empregam cerca de 70 pessoas Segundo o atual presidente da autarquia Rui Ventura no mesmo espaço vai instalar se este ano uma nova fábrica de calçado que irá criar logo no início da atividade 100 postos de trabalho Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos fogos Mação cria soluções premiadas no estrangeiro Machico Machico onde o católico Jardim teve num padre a maior oposição Moura Central Solar de Amareleja trouxe empresas emprego e dinheiro a autarquias Nelas Canas quase se separou de Nelas e agora trabalha para se desenvolver Pinhel Fecho da fábrica de calçado agravou efeitos da interioridade em Pinhel Ponta Delgada Portas do Mar obra de luxo que transformou Ponta Delgada Porto Porto a afirmação cosmopolita com o impulso de Fernando Gomes

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  • Fustigado pelos fogos, Mação cria soluções premiadas no estrangeiro - 30 Anos Lusa
    florestal denso contínuo altamente inflamável praticamente impenetrável que cobre quase todo o território do concelho de Mação uma nova paisagem que existe há poucas décadas e que resulta de grandes alterações socioeconómicas observa frisando que esta nova paisagem é extremamente propícia a incêndios de grande violência e elevada rapidez de propagação Não sendo possível mudar o clima e fazer desaparecer as altas temperaturas a baixa humidade ou o vento Leste por decreto resta nos tentar reequilibrar a nossa paisagem às condições climáticas que temos defende este engenheiro de formação Segundo diz o velho sistema colapsou pelo que resta encontrar novas ferramentas para a gestão que viabilizem o ordenamento e compartimentação das áreas florestais criando áreas limpas sem combustível que permitam ações de contenção de incêndios Estas áreas existiam naturalmente no passado fruto da atividade agrícola e da pastorícia É necessário reinventá las É isso que se tem tentado fazer em Mação desde os incêndios catastróficos de 2003 Criando Sociedades de Gestão Territorial talvez consigamos criar uma figura de gestão sólida em termos jurídicos e transparente que una vontades à escala de cada comunidade humana rural e assim consigamos com a escala adequada ordenar adequadamente e construir uma paisagem mais resiliente aos incêndios florestais defende A concluir António Louro sublinha que o que Mação tem tentado construir é muito difícil e contraria muitos interesses mas os problemas difíceis não costumam ter soluções fáceis Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos fogos Mação cria soluções premiadas no estrangeiro Machico Machico onde o católico Jardim teve num padre a maior oposição Moura Central Solar de Amareleja trouxe empresas emprego e dinheiro a autarquias Nelas Canas quase se separou de Nelas e agora trabalha para se desenvolver Pinhel Fecho da fábrica de calçado

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