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  • Memórias do maior acidente aéreo do país mantêm-se vivas em Vila do Porto - 30 Anos Lusa
    Porto O que mais impressionou o antigo autarca foi o silêncio e depois os corpos dilacerados e a fuselagem do avião Por mais que eu queira esquecer e dizer que isso já passou nunca mais esqueci Quando vou ao Pico Alto por alguma razão sinto e lembro perfeitamente aqueles momentos declara José Humberto Chaves Quando passaram 25 anos sobre o acidente Jorge Arruda que desempenhava as funções de diretor do aeroporto afirmou em declarações à agência Lusa que apesar de estar preparado para esta eventualidade foi naturalmente apanhado de surpresa Estava a almoçar com uma equipa de colegas da ANA Aeroportos de Portugal que se tinha deslocado a Santa Maria e fui alertado por telefone para a queda de um avião no Pico Alto Peguei no carro e dirigi me para o local tendo avisado entretanto o aeroporto e desencadeado o plano de emergência recorda Jorge Arruda a primeira autoridade a chegar ao local O responsável pelo aeroporto bloqueou o acesso ao local do acidente aos curiosos até que chegassem os bombeiros da ANA tendo posteriormente regressado a Vila do Porto para alertar as entidades oficiais A população sentiu o impacto enorme do embate do avião e muitos voluntariaram se para ajudar no que fosse necessário lembrou na ocasião Jorge Arruda Hoje 27 anos depois esse impacto continua ainda bem vivo em todos os que o sentiram Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos fogos Mação cria soluções premiadas no estrangeiro Machico Machico onde o católico Jardim teve num padre a maior oposição Moura Central Solar de Amareleja trouxe empresas emprego e dinheiro a autarquias Nelas Canas quase se separou de Nelas e agora trabalha para se desenvolver Pinhel Fecho da fábrica de calçado agravou efeitos da interioridade em

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  • Reabilitação ribeirinha de Vila Franca de Xira deu nova vida ao Tejo - 30 Anos Lusa
    1999 um plano de reabilitação para a zona ribeirinha A grande aposta era levar as pessoas ao rio Antigamente eram só os pescadores e as grandes empresas que tinham contacto com ele explica à Lusa o presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira Alberto Mesquita PS Nesse sentido o autarca refere que desde 2002 foram investidos na reabilitação da frente ribeirinha com apoio de fundos comunitários cerca de 27 milhões de euros dos quais nove milhões saíram diretamente dos cofres da Câmara de Vila Franca de Xira Estamos muito satisfeitos na medida em que temos um plano de água de rara beleza que é o rio Tejo que está pouco cuidado mas ainda era menos cuidado porque as pessoas nem sequer conseguiam chegar às margens argumenta Alberto Mesquita sublinha que a autarquia ribatejana almeja não só ter no futuro os 23 quilómetros de margem ribeirinha ligados aos concelhos limítrofes Lisboa Loures e Alenquer mas também contribuir para a limpeza do Tejo e melhorar a sua navegabilidade O rio é uma autoestrada Nós estamos há dois anos apesar da competência não ser nossa a tentar desassorear duas zonas do rio para permitir a náutica de recreio e a atracagem de navios Queremos que as pessoas venham ao nosso concelho afirma Contudo o autarca queixa se de que o trabalho da autarquia tem sido dificultado pela Agência Portuguesa do Ambiente APA que tem imposto demasiadas exigências e burocracias É o parecer disto é o parecer daquilo A APA tem nos desgraçado a vida Nós estamos a favor do ambiente de cumprir as regras mas isto é excessivo lamenta A Lusa contactou a APA mas não obteve um esclarecimento da entidade que é responsável por acompanhar e coordenar as políticas ambientais em Portugal Enquanto o trabalho de limpeza do rio Tejo não avança a Câmara de Vila Franca de Xira vai trabalhando em paralelo com as Câmaras de Loures e de Lisboa num projeto intermunicipal que pretende criar uma ligação pedonal e ciclovia entre cidade ribatejana e o Parque das Nações Tem havido reuniões entre as câmaras para prepararmos em conjunto uma candidatura a fundos comunitários explica o autarca ressalvando que a grande dificuldade em concretizar o projeto deve se ao facto de grande parte dos terrenos necessários serem propriedade privada As intervenções na zona ribeirinha do concelho de Vila Franca de Xira foram desenvolvidas em três fases ao abrigo de programas comunitários de Regeneração Urbana Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone

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  • Gravuras rupestres colocaram Foz Côa no mapa mundial da arqueologia - 30 Anos Lusa
    mantivesse A preservação das gravuras foi aliás uma promessa eleitoral lembra Agora Carrilho pede ao primeiro ministro António Costa e ao ministro da Cultura João Soares para que se acorde para o valor absolutamente único que existe em Foz Côa e para o potencial de toda aquela zona do interior O passado acabaria por ditar o futuro com a criação do Parque Arqueológico e um centro de estudos de arte rupestre que seriam os alicerces do Museu do Côa inaugurados em 31 de julho de 2010 lembra António Martinho Batista As gravuras do Côa e agora também o Museu do Côa terão atraído à região quase um milhão de visitantes nos últimos 20 anos Alexandra Cerveira Lima uma das arqueólogas do Vale do Côa sublinha que os cientistas revelaram ao mundo a dimensão da arte rupestre paleolítica de ar livre até então desconhecida O Côa é um repositório de informação um imenso registo arqueológico conservado Por sua vez o presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa Gustavo Duarte diz que muito mais poderia ter mudado no concelho com a descoberta das gravuras rupestres Como se disse na altura queremos que o Museu do Côa e o parque arqueológico contribuam para o desenvolvimento do Vale do Côa frisa apontando mudanças no afluxo turístico a Foz Côa mas referindo que há potencial para mais já que houve entretanto uma melhoria significativa na rede viária Queremos fazer deste património uma componente agressiva para o turismo no território assegura Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos fogos Mação cria soluções premiadas no estrangeiro Machico Machico onde o católico Jardim teve num padre a maior oposição Moura Central Solar de Amareleja trouxe empresas emprego e dinheiro a autarquias Nelas Canas quase se

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  • Jaime Soares, mais de metade da vida na Câmara de Poiares - 30 Anos Lusa
    Extraordinária de Dívidas do Estado Mas Jaime Soares relativiza a situação de endividamento da autarquia na qual após a sua primeira eleição há 40 anos teve de se começar tudo do nada a fim de promover o desenvolvimento num município que estava atrasadíssimo Que saibam agora manter e se possível melhorar o que existe defende salientando os avultados investimentos realizados ao longo de décadas com destaque para o parque industrial que emprega atualmente mais de mil pessoas O ex autarca lembra que as principais obras dos seus mandatos nunca foram contestadas pelas populações Mais de dois anos após o PS ter conquistado a Câmara a dívida não diminuiu e não há obras critica O atual presidente João Miguel Henriques escusa se a fazer declarações sobre o seu antecessor Jaime Soares diz ainda ter sido sempre absolvido de situações judiciais algumas movidas por antigos adversários socialistas O antigo autarca conciliou sempre a Câmara com cargos e projetos em diferentes entidades públicas no país e na Europa como a Assembleia da República a Associação Nacional de Municípios Portugueses e o Comité das Regiões entre outras Para a presidente da Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares ADIP Madalena Carrito Jaime Soares foi sempre um homem muito à frente do seu tempo É uma pessoa de uma inteligência surpreendente e um coração do tamanho do mundo que lutou insistentemente pelo progresso do concelho sublinha a também líder da Confraria da Chanfana Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos fogos Mação cria soluções premiadas no estrangeiro Machico Machico onde o católico Jardim teve num padre a maior oposição Moura Central Solar de Amareleja trouxe empresas emprego e dinheiro a autarquias Nelas Canas quase se separou de Nelas e agora trabalha para se desenvolver Pinhel

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  • Fumeiro transformou-se na pujança económica de Vinhais - 30 Anos Lusa
    bem vendíamos tudo Eram para aí 10 ou 12 mulheres a vender enchidos lembra e dava jeito esse dinheirinho Vestia os filhos numa época em que a vida era pobre E ainda por cima pagavam lhe cinco contos 25 euros por ir à feira Hoje Idalina consegue mais proventos com o fumeiro do que com a pequena reforma que recebe Nos quatro dias da feira há quem ganhe entre seis a sete mil euros e o certame atrai cerca de 50 mil visitantes muitos organizados em excursões sobretudo do Norte O Fumeiro de Vinhais é o mais caro O quilograma do salpicão custa 40 euros e da chouriça 30 mas Graça Ferreira de 63 anos garante que também é o melhor não há nada que se compare Tenho clientes que nem sei de onde são Só sei que já os conheço e vêm todos os anos procurar me contou Simone Fernandes filha dos proprietários de uma unidade de enchidos do concelho com 11 anos fez o pai regressar da Suíça para abrir os Enchidos Aurélios que dão hoje emprego a mais três pessoas Simone diz que já se vendeu melhor e que a crise levou a que nem todas as pessoas possam comprar um fumeiro tão caro em que apenas um salpicão vai para 12 euros Mas uma família gastar 250 a 300 euros nesta feira é uma realidade que tem resistido à concorrência e mesmo à crise dos últimos anos Adosinda gerou dois novos postos de trabalho e o dela quando há 25 anos desempregada criou a própria empresa que faz fumeiro de Vinhais e de outros concelhos limítrofes já que as regras destes enchidos permitem o certificado Indicação Geográfica Protegida Próximo Rio Maior Munícipios Alcobaça Requalificação da zona do Mosteiro continua polémica em Alcobaça dez anos depois Arouca Geologia o motor da evolução económica de Arouca Aveiro Eclusas viadutos e Universidade mudaram Aveiro em 30 anos Barrancos Legalização de touros de morte finda polémica e marca história de Barrancos Barreiro Fim da CUF marca vida do Barreiro nas últimas décadas Braga Boom da construção em Braga retrata crescimento da Universidade Castanheira de Pêra Praia com ondas a 80 quilómetros do mar mudou vida de Castanheira de Pera Castelo Branco Centro de Cultura Contemporânea o ícone de Castelo Branco Castelo de Paiva Tragédia de Entre os Rios chocou o país mas luto perdura em Castelo de Paiva Coimbra Património Mundial deu a Coimbra reconhecimento que nunca tinha tido Corvo Multibanco chegou ao Corvo com honra de inauguração por Jorge Sampaio Covilhã Universidade contribui há 30 anos para desenvolver a Covilhã e a região Figueira da Foz Santana Lopes recolocou a Figueira da Foz no mapa Golegã Veiga Maltez o médico que curou o concelho doente da Golegã Guimarães Recuperação do Centro Histórico marcou últimos 30 anos de Guimarães Lisboa A partir de Lisboa Portugal disse ao mundo que era capaz com a Expo98 Lousã Reabertura do Ramal da Lousã exigida nos 20 anos da Metro Mondego Mação Fustigado pelos

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  • Angola, um gigante adormecido que procura o seu lugar na indústria do café - 30 Anos Lusa
    é um exemplo dos efeitos da guerra civil que terminou em 2002 tendo sido ocupada por forças da UNITA Os pés de café ficaram como por todo o país mas as infraestruturas foram destruídas e o povo que trabalhava na produção abandonou os terrenos É por isso que Carlos Carneiro que está envolvido com outros empresários angolanos na criação de uma associação para representar toda a fileira do café admite que a recuperação da produção não será tarefa fácil Ainda assim é possível até porque a matéria prima e condições naturais como o solo a geografia e o clima perduram Esse potencial existe e além disso existe muito café que está plantado e que não está a ser colhido conta Por outro lado admite a necessidade de apoio do Estado financeiro para fazer voltar os camponeses à produção reerguer as estruturas e recuperar as plantações Em grandes fazendas por todo o país tal como a Cabuta ainda é possível perceber o antigo funcionamento com hospitais escolas e igrejas no seu interior envolvendo até o pequeno agricultor externo que entregava a sua produção de café na fazenda Atualmente a Angonabeiro empresa angolana do grupo português Nabeiro convidada em 2000 pelo Governo angolano para levantar a fileira do café compra e exporta o da Fazenda Cabuta e de várias outras mas é insuficiente para as necessidades Segundo o diretor geral José Carlos Beato só em 2014 a Angonabeiro comprou 800 toneladas a cerca de 20 000 produtores de várias províncias o maior registo de sempre Apesar de não ser fácil nem imediato diz que é possível a Angola voltar a ascender aos lugares cimeiros da produção e exportação de café e defende também o apoio direto do Estado Através de um subsídio ao café produzido por exemplo É uma forma que foi encontrada em muitos países para tornar gerar competitividade É uma possibilidade se facto se quer o regresso ao campo e à produção de café assume Cativar o interesse de grandes empresas internacionais especializadas para assumir a gestão das fazendas é também defendido por José Carlos Beato recordando no caso angolano há a vantagem de não ter de levantar uma fileira do zero já que os pés de café subsistem De regresso à Cabuta Moisés Domingos de 45 anos leva meia vida à frente da área de produção de café e chega a ter 600 pessoas a trabalhar ao mesmo tempo para assegurar as várias fases Ali tudo se faz desde a recolha do café à secagem e ao descasque além da torrefação e moagem É muito trabalho mas compensa O café pode ser potencial de Angola e noutra hora já o foi recorda orgulhoso enquanto avança com os últimos preparativos para a época da apanha Naquela fazenda que já está totalmente industrializada o café pode levar três meses desde a colheita à torrefação e moagem a pronto para ser consumido com duas marcas próprias Contudo trata se de um cenário ainda pouco comum em Angola José Caldeira diretor da Fazenda

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  • A história fantástica de Juvenal que atravessou o Atlântico - 30 Anos Lusa
    por um cargueiro brasileiro com bandeira libanesa e desembarcou nesta quinta feira no porto de Santos no Brasil Depois de ter visto passar 15 navios sem conseguir que nenhum o detetasse mal pôs o pé no convés do cargueiro Ouro do Brasil a primeira preocupação foi telefonar para casa segundo contou à agência Lusa a mulher Rosalina Marques Tavares Estava em casa de um vizinho quando recebi um telefonema Nem percebi bem de onde era só percebi que o Juvenal estava bem e ia falar Não conseguia parar de chorar Percebi que tinha aparecido tinha sido resgatado por um barco grande Não disse quando foi resgatado nem para onde ia contou Rosalina que saiu disparada para casa para contar aos três filhos que o pai estava vivo Só na quinta feira ficaria a saber pela comunicação social que o marido estava no Brasil Mais de mês e meio sem notícias Rosalina tentou manter a esperança de que o marido com quem está há 25 anos apareceria com vida mas acabaria por ceder ao desânimo Esperamos esperamos e sempre tive muita fé que ele ia aparecer mas depois de tanto tempo fiquei desanimada Acordava todos os dias a chorar desanimada conta agora mais aliviada por saber que Juvenal está de regresso a casa A chegada ao aeroporto da Praia está prevista para hoje à noite mas depois de dias de sofrimento e incerteza Rosalina não tem coragem de fazer os 70 quilómetros que separam Chão Bom da capital para ir receber o marido Não sei se vou ao aeroporto O meu filho é que vai porque não me tenho sentido bem Todos me dizem para ir mas tenho receio de não aguentar e desatar a chorar disse sublinhando que depois de mais de 50 dias já tinha perdido a esperança de voltar a ver o Juvenal com vida Conta que como habitualmente Juvenal saiu da Boavista num domingo e que avisou que chegaria nesse mesmo dia ou na segunda feira a Santiago mas na quarta feira ainda não tinha regressado Na quinta feira foi dado o alerta à capitania da Praia que depois de dois dias de buscas declarou que o pescador não se encontrava no mar de Cabo Verde Tive muito medo que lhe tivesse acontecido alguma coisa e estou muito contente porque ele apareceu Deus é grande acrescentou O barco um bote com cerca de nove metros e uma pequena cabine que permitia ao pescador dormir e cozinhar perdeu se e agora é tempo de começar de novo para este casal ele pescador e ela peixeira que vivem do mar Perdeu se tudo o barco o motor ao todo são mil e tal contos cerca de nove mil euros perdidos disse Mas o importante é que ele apareceu e agora vamos trabalhar para tentar arranjar outro barco acrescentou Entre os pescadores do Tarrafal há dias que circulavam rumores de que Juvenal tinha conseguido sobreviver à tempestade à fome e à sede durante os 47 dias que esteve à deriva

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  • Macau, uma cidade que não sabe o que fazer com o legado português - 30 Anos Lusa
    separados da comunidade chinesa É uma pena até depois da transferência podia ter havido mais diálogo aponta Para o sociólogo Macau precisa de empreendedores culturais que estabeleçam essa ponte Aqui não temos essas pessoas todos estão a tratar das suas coisas não procuram as outras comunidades diz Ainda assim 500 anos de presença portuguesa deixaram marcas no tecido social mesmo após o retorno à China Diria que as pessoas têm orgulho em ser de Macau acreditam que são diferentes dos chineses da China continental São mais abertas politicamente menos controladas pelo Governo mais rebeldes Também há rebeldes na China mas são muito poucos proporcionalmente Consideram se mais progressistas e isso faz parte do legado português diagnostica No entanto o desconhecimento da história acaba por criar um distanciamento entre o conceito e a realidade de que o património classificado pela UNESCO é símbolo As pessoas valorizam muito o património e têm orgulho nele Agora em que medida o compreendem ou integram na sua forma de viver isso é outro assunto As pessoas de Macau a que chama macauans na expressão em inglês por oposição ao termo macaense que reflete a mistura étnica entre portugueses e chineses estão numa crise de identidade A esmagadora maioria identifica se como chinesa mas tem em conta que isso acarreta muitas facetas As pessoas têm mesmo de pensar em quem são politicamente Se respondem que são chineses de que tipo Identificam se com o Governo chinês ou com valores universais São a favor do centralismo de ditadura ou de democracia Que tipo de China perspetivam O sociólogo defende que há pouca identificação com a República Popular como entidade política e o que o princípio Um país dois sistemas é acolhido Ao abrigo deste princípio as políticas socialistas em vigor no resto da China não se aplicam em Macau e Hong Kong exceto nas áreas da Defesa e Relações Externas permitindo um alto grau de autonomia É o único mecanismo que os protege sublinha Em termos de valores Hao identifica uma juventude em Macau mais preocupada com a democracia em grande parte por influência de Hong Kong e Taiwan ambos territórios com relações conturbadas com a China Isso refletiu se num inquérito sobre a mudança de atitudes em relação à China Identificam se menos do que antes menos do que em 1999 quando a administração deixou de ser portuguesa e até do que há uns anos explica O académico acredita que a comunidade portuguesa poderia ter um papel relevante no esforço de democratização Se houvesse diálogo entre grupos entre os que acreditam na democracia por exemplo podia delinear se uma estratégia para lutar por isso afirma o investigador sublinhado como seria benéfico que portugueses e chineses cooperassem para fazer um trabalho sério de investigação sobre Macau Apesar do seu olhar otimista quanto ao futuro identifica sinais de continentalização que considera preocupantes como o caso dos dois académicos Éric Sautedé e Bill Chou que foram afastados dos seus lugares na Universidade de São José e Universidade de Macau

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