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  • Mia Couto critica “colonização mental” - 30 Anos Lusa
    assinaladas a 25 de junho chegam com a memória de uma guerra civil de 16 anos de uma crise militar entre 2012 e 2014 com os mesmos protagonistas e ainda a ameaça de nova instabilidade quando a Renamo principal partido de oposição se recusou a aceitar os resultados das últimas eleições propondo se governar nas seis províncias em que reclamava vitória eleitoral De acordo com Mia Couto a ideia da divisão do Estado é criminosa e constitui a primeira ameaça à estabilidade do país Será que dentro de um ano seremos ainda um único Moçambique questionou o escritor argumentando que enquanto existir um partido armado a paz estará sempre ameaçada e que Moçambique chega muito tarde a uma cultura de diálogo e de abertura na qual a existência de outro partido político e outra opinião não é um inimigo Nós ficámos muito tempo cativos de uma guerra e essa guerra não terminou totalmente Quem fez a guerra continua armado e aceitou se uma situação estranha e inaceitável que é a ideia de uma força política com um braço armado afirmou concluindo que o país merecia uma governação melhor e também uma oposição melhor Mia Couto recorda sonho ingénuo da independência O escritor moçambicano Mia Couto defende que a independência em Moçambique anunciada oficialmente a 25 de junho de 1975 foi recebida ingenuamente pelo povo considerando que não havia ideia da complexidade na construção de um país Nós estávamos eufóricos o país todo festejava um sonho Ficávamos independentes e as pessoas tinham uma ideia muito ingénua da história Pensávamos que aquela bandeira subia e acabavam os problemas Não havia uma ideia da complexidade e dificuldade que existe por trás da criação de um país disse Mia Couto em entrevista à Lusa Para o escritor e ex jornalista o momento da independência significou a união de um povo composto por culturas e realidades diferentes que a 25 de junho de 1975 numa só voz festejou o direito à liberdade após a opressão colonial Moçambique realmente festejou é um daqueles momentos históricos e muito raros em que há uma festa numa voz uníssona e todos festejavam da mesma maneira a mesma coisa declarou Mia Couto que à data trabalhava na Rádio Moçambique No dia da independência foi destacado para a emissão em estúdio mas infringindo as normas saiu para o Estádio da Machava nos arredores da capital moçambicana para presenciar a cerimónia Destacaram me para a emissão daquele dia mas eu queria ir à festa Lembro me que faltava uma hora para começar a cerimónia quando dois colegas meus tiveram a ideia de quebrarmos a disciplina Pegámos num carro velho um carocha que estava no estacionamento e fomos ao estádio afirmou o escritor moçambicano recordando que no caminho por sorte se cruzou com a comitiva do primeiro Presidente moçambicano Samora Machel que também estava atrasada e pôs se atrás dela até chegar à Machava No estádio Mia lembra se que uma moldura humana de felicidade contagiante esperava ansiosamente a proclamação da independência moçambicana

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  • Orçamento é “ambicioso” e abre caminho a superação de problemas - 30 Anos Lusa
    a ação política do atual executivo Em todos os momentos decisivos da nossa história fomos capazes de virar a página sempre conseguimos articular bem o rigor com a audácia Este é mais outro dos momentos decisivos da nossa história em que o temos de saber fazer frisou António Costa que interveio durante cerca de 20 minutos falou de um relatório recente da Comissão Europeia sobre a situação económica e estrutural do país e lembrou a crise financeira dos últimos anos e o período da troika em Portugal A terapia aplicada ao país foi somente focada nos dados macroeconómicos e não houve uma intervenção noutras áreas como a qualificação profissional inovação empresarial ou os custos de contexto Não se pode pedir a uma terapia resultados que esta não visava alcançar frisou elencando depois cinco bloqueios estruturais que o Governo quer enfrentar a qualificação profissional e não só das futuras gerações a modernização da justiça a modernização do tecido empresarial o investimento e modernização no setor energético e a estabilização do sistema financeiro e capitalização das empresas Nos últimos anos alertou o primeiro ministro Portugal tem vivido excessivamente pressionado pelo momento do dia a dia pelas escolhas do imediato e sem ter tido capacidade de olhar com maior profundidade para aquilo que era a situação que efetivamente se encontrava Nesse contexto Costa traçou uma analogia entre os jornalistas da agência Lusa e o executivo que lidera Uns trabalham para o minuto seguinte outros têm de trabalhar para os dez anos seguintes disse E acrescentou Temos de ser capazes de combinar o rigor com a audácia E essa audácia implica a coragem de responder não só àquilo que são as metas e os resultados exigidos para o imediato Costa lembrou ainda o recente sufrágio presidencial e declarou que o país sem períodos eleitorais nos próximos tempos vive agora uma boa oportunidade para refletir sobre os seus problemas estruturais Esses bloqueios estruturais enfrentam se sem necessidade de reinventar a roda acrescentou ainda vincando que estes serão combatidos sempre respeitando o rigor dos constrangimentos da gestão anual dos Orçamentos do Estado Relacionados Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Conferência 30 Anos da Lusa parte II Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Voltar atrás Intervenientes António Costa Orçamento é ambicioso e abre caminho a superação de problemas António Vitorino Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI Diogo Feio Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação Eduardo Catroga Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu Catroga acredita que vai haver uma suavização da dívida Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos Guilherme d Oliveira Martins Lusa faz parte da consolidação da democracia em Portugal Guilherme d Oliveira Martins diz que em democracia os resultados são essenciais Luís Marques Mendes Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Manuel Caldeira Cabral Portugal precisa de rigor mas também crescimento para corrigir desequilíbrios Caldeira

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  • Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI - 30 Anos Lusa
    se relacionam com a sociedade Na opinião de Vitorino é preciso combater uma certa ideia de que as elites a classe política é uma casta autorreproduzida que não sente verdadeiramente as necessidades e os anseios da população Se é verdade que os partidos têm que se renovar também é verdade que os sindicatos têm que se renovar referiu ainda Para o socialista um dos problemas com os quais os sindicatos estão confrontados tem a ver com a força preponderante que os desempregados estão a assumir no mercado laboral e para os quais é preciso haver uma estrutura para dar resposta inexistente atualmente Sobre o problema da legitimação e participação democrática António Vitorino considerou que há uma deceção dos cidadãos entre o nível das promessas e o resultado das políticas o que gera uma incerteza dos cidadãos quanto à eficácia das políticas públicas Para o antigo ministro socialista se cada vez mais poderes são transferidos para outras instituições como é o caso das europeias como é que se pode explicar aos cidadãos que essa transferência não se traduz numa perda de capacidade democrática A deputada do PCP Rita Rato que começou por dizer que cresceu tendo como referência o papel importante que a Lusa tem em termos de coesão territorial defendeu que o regime democrático exige uma dimensão complementar das abordagens representativa e participativa do regime democrático Rita Rato alertou para a existência de um problema que nos últimos anos tem tido maior expressão uma vez que por causa da emigração se tornou mais visível a fragilidade da rede consular na dificuldade que há em conseguir garantir o direito de voto a muitos portugueses que estão no estrangeiro A deputada comunista falou ainda da pobreza e das desigualdades sociais que nos últimos anos têm gerado situações dramáticas Quanto mais degradadas estão as condições de vida de uma pessoa menos condições tem essa pessoa para participar na vida do país alertou Para Rita Rato a existência de uma escola pública é um pilar da qualidade democrática considerando que o principal problema da Constituição é o seu incumprimento Relacionados Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Conferência 30 Anos da Lusa parte II Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Voltar atrás Intervenientes António Costa Orçamento é ambicioso e abre caminho a superação de problemas António Vitorino Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI Diogo Feio Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação Eduardo Catroga Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu Catroga acredita que vai haver uma suavização da dívida Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos Guilherme d Oliveira Martins Lusa faz parte da consolidação da democracia em Portugal Guilherme d Oliveira Martins diz que em democracia os resultados são essenciais Luís Marques Mendes Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Manuel Caldeira Cabral Portugal precisa de rigor mas também crescimento para corrigir desequilíbrios Caldeira Cabral

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  • Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação - 30 Anos Lusa
    o eleitor mais próximo daquele que será o seu eleito Basta olhar para as imagens do que se passou na passada sexta feira no Porto para ver que há um enorme patamar de confiança expectativa entusiasmo à volta do atual Presidente da República defendeu Para Diogo Feio há várias razões que justificam este sentimento em relação do novo chefe de Estado sendo a primeira o elemento de comunicação Há uma expectativa em relação à comunicação do Presidente da República que diz haverá aprovação de um orçamento terei que exercer poder de promulgação e vou comunicar ao país sobre isso considerou Diogo Feio Esta atitude marca toda uma diferença em relação ao que nós estávamos habituados de proximidade através da comunicação uma ideia do exercício do poder político que era feito numa torre de marfim à qual é difícil aceder começa a ser ultrapassada em exemplos como este Diogo Feio manifestou ainda uma enorme satisfação com a forma como viu a campanha eleitoral montada por Marcelo Rebelo de Sousa Agradeço o decreto que foi feito pelo professor Marcelo Rebelo de Sousa o fim da carne assada Já não tem razão de ser aqueles grandes jantares arregimentados com apoiantes nas campanhas eleitorias sublinhou O antigo eurodeputado do CDS PP recordou ainda que faz quase 20 anos que uma revisão constitucional propôs um conjunto de alterações ao sistema eleitoral Passados 20 anos tudo continua na mesma Porque os dois maiores partidos não se entendem e os restantes três não têm tido vontade para que o sistema eleitoral se altere Eu pertenço a um deles assumiu Para Diogo Feio está na altura de se modificar aquele que é o sistema de eleição para a Assembleia da República sendo preciso que partidos estudem as soluções que sejam possíveis e sejam exequíveis Relacionados Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Conferência 30 Anos da Lusa parte II Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Voltar atrás Intervenientes António Costa Orçamento é ambicioso e abre caminho a superação de problemas António Vitorino Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI Diogo Feio Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação Eduardo Catroga Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu Catroga acredita que vai haver uma suavização da dívida Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos Guilherme d Oliveira Martins Lusa faz parte da consolidação da democracia em Portugal Guilherme d Oliveira Martins diz que em democracia os resultados são essenciais Luís Marques Mendes Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Manuel Caldeira Cabral Portugal precisa de rigor mas também crescimento para corrigir desequilíbrios Caldeira Cabral destaca papel da Lusa no combate pela liberdade e rigor Maria João Rodrigues Países da zona euro devem investir mais para crescer mais Mariana Mortágua Obsessão com redução da dívida impede o crescimento Rita Rato Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Teodora Cardoso

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  • “Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu” - 30 Anos Lusa
    Lusa O ex ministro das Finanças de Cavaco Silva e atual presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP considerou que esse movimento é importante para que na União Europeia UE seja possível criar um consenso político e assim haja um maior grau de integração política que permita uma maior integração económica e fiscal Catroga citou o primeiro ministro italiano Matteo Renzi para considerar que hoje os novos conservadores são os partidos socialistas da esquerda radical que não querem mudar nada Para Catroga é preciso fazer mudanças nas políticas económicas e de finanças públicas para preservar a estabilidade financeira do Estado preservar o Estado Social tendo considerado que o maior inimigo do Estado Social Europeu é o Estado falido e aumentar o crescimento económico da Europa Eduardo Catroga participa hoje na conferência da Lusa num debate com a socialista e eurodeputada Maria João Rodrigues e com a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua Notícia corrigida no dia 17 de março de 2016 retirando a referencia de que Eduardo Catroga foi o negociador pelo PSD do memorando de entendimento com a troika O ex ministro apenas foi indicado pelo PSD para receber do Governo liderado por José Sócrates informações sobre o processo negocial do Executivo com a troika Relacionados Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Conferência 30 Anos da Lusa parte II Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Voltar atrás Intervenientes António Costa Orçamento é ambicioso e abre caminho a superação de problemas António Vitorino Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI Diogo Feio Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação Eduardo Catroga Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu Catroga acredita que vai haver uma suavização da dívida Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos Guilherme d Oliveira Martins Lusa faz parte da consolidação da democracia em Portugal Guilherme d Oliveira Martins diz que em democracia os resultados são essenciais Luís Marques Mendes Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Manuel Caldeira Cabral Portugal precisa de rigor mas também crescimento para corrigir desequilíbrios Caldeira Cabral destaca papel da Lusa no combate pela liberdade e rigor Maria João Rodrigues Países da zona euro devem investir mais para crescer mais Mariana Mortágua Obsessão com redução da dívida impede o crescimento Rita Rato Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Teodora Cardoso É preciso prescindir de executar política sem olhar a meios Constituição devia ser mais rigorosa sobre capacidade de financiamento da despesa Teresa Marques Agência Lusa é um instrumento para a recuperação do país Última Hora Vitória de Guimarães e Estoril Praia empatam a um golo na I Liga Sanções impostas à Rússia só acabam se cumprir acordos de Minsk Obama Rio2016 Jessica Augusto também com mínimo na maratona Síria Barack Obama contra criação de zona de segurança por questões práticas Obama apela para China aumentar pressão sobre

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  • Catroga acredita que vai haver “uma suavização da dívida” - 30 Anos Lusa
    e aumento dos prazos para pagar a dívida Portugal não deve aproveitar essa eventual melhoria do seu endividamento para fazer nova dívida mas para criar condições para a sustentabilidade das finanças do Estado e da economia Eduardo Catroga considerou ainda que mesmo sem despesas de juros e de capital o Estado português tem excesso de despesa pública corrente primária pelo que é preciso diminuir A deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua por seu lado recusou que haja uma divergência ideológica quanto ao equilíbrio das contas públicas afirmando que o importante é saber à custa de quem e como se faz essa gestão Temos visto usarem o discurso das contas públicas para elaborar um plano com o qual eu acho que a maioria das pessoas nem concorda afirmou A deputada do Bloco de Esquerda disse ainda que há em Portugal um problema de dívida privada depois de anos de grande fluxo de crédito sobretudo para imobiliário e construção com descida da taxa de juro real que considerou que não se resolve sem uma resolução bancária e processo de reestruturação de dívida transversais Notícia corrigida no dia 17 de março de 2016 retirando a referencia de que Eduardo Catroga foi o negociador pelo PSD do memorando de entendimento com a troika O ex ministro apenas foi indicado pelo PSD para receber do Governo liderado por José Sócrates informações sobre o processo negocial do Executivo com a troika Relacionados Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Conferência 30 Anos da Lusa parte II Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Voltar atrás Intervenientes António Costa Orçamento é ambicioso e abre caminho a superação de problemas António Vitorino Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI Diogo Feio Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação Eduardo Catroga Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu Catroga acredita que vai haver uma suavização da dívida Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos Guilherme d Oliveira Martins Lusa faz parte da consolidação da democracia em Portugal Guilherme d Oliveira Martins diz que em democracia os resultados são essenciais Luís Marques Mendes Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Manuel Caldeira Cabral Portugal precisa de rigor mas também crescimento para corrigir desequilíbrios Caldeira Cabral destaca papel da Lusa no combate pela liberdade e rigor Maria João Rodrigues Países da zona euro devem investir mais para crescer mais Mariana Mortágua Obsessão com redução da dívida impede o crescimento Rita Rato Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Teodora Cardoso É preciso prescindir de executar política sem olhar a meios Constituição devia ser mais rigorosa sobre capacidade de financiamento da despesa Teresa Marques Agência Lusa é um instrumento para a recuperação do país Última Hora Vitória de Guimarães e Estoril Praia empatam a um golo na I Liga Sanções impostas à Rússia só acabam se cumprir acordos de Minsk Obama

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  • “Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos” - 30 Anos Lusa
    contas públicas é um objetivo que devia ser permanente e que nós nos esquecemos sobretudo nos últimos 15 anos e criámos desequilíbrios económico financeiros que depois provocaram desequilíbrios sociais que temos que corrigir afirmou o responsável à Agência Lusa Catroga falava à margem da conferência Portugal entre o rigor e a audácia que comemora os 30 anos da agência de notícias portuguesa Essa correção esse ajustamento a que alguns chamam austeridade nada mais é do que um processo de correção dos desequilíbrios acumulados quando abandonámos políticas de rigor na segunda metade da década de 90 reforçou Eduardo Catroga que foi ministro das Finanças entre 1993 e 1995 no governo de Cavaco Silva sublinhou que o rigor devia ser um desígnio permanente assim como a audácia com rigor E realçou Audácia significa capacidade de inovação quer nas políticas públicas quer nas políticas empresariais O antigo governante disse ainda ser necessária audácia no desenvolvimento da qualidade do sistema educativo no desenvolvimento da qualidade do sistema de justiça no desenvolvimento da qualidade do sistema de concorrência e regulação dos mercados Catroga quer também o país com audácia na atração de poupança e no investimento produtivo e com audácia no sentido de diminuição do risco do país para atrair financiamento a preço adequado E rematou Audácia é fundamental para vencermos os desafios do futuro Mas com rigor Relacionados Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Conferência 30 Anos da Lusa parte II Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Voltar atrás Intervenientes António Costa Orçamento é ambicioso e abre caminho a superação de problemas António Vitorino Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI Diogo Feio Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação Eduardo Catroga Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu Catroga acredita que vai haver uma suavização da dívida Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos Guilherme d Oliveira Martins Lusa faz parte da consolidação da democracia em Portugal Guilherme d Oliveira Martins diz que em democracia os resultados são essenciais Luís Marques Mendes Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Manuel Caldeira Cabral Portugal precisa de rigor mas também crescimento para corrigir desequilíbrios Caldeira Cabral destaca papel da Lusa no combate pela liberdade e rigor Maria João Rodrigues Países da zona euro devem investir mais para crescer mais Mariana Mortágua Obsessão com redução da dívida impede o crescimento Rita Rato Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Teodora Cardoso É preciso prescindir de executar política sem olhar a meios Constituição devia ser mais rigorosa sobre capacidade de financiamento da despesa Teresa Marques Agência Lusa é um instrumento para a recuperação do país Última Hora Vitória de Guimarães e Estoril Praia empatam a um golo na I Liga Sanções impostas à Rússia só acabam se cumprir acordos de Minsk Obama Rio2016 Jessica Augusto também com mínimo na maratona Síria Barack Obama contra criação

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  • Lusa faz parte da "consolidação da democracia" em Portugal - 30 Anos Lusa
    pré história que corresponde à própria construção e consolidação da democracia afirmou Guilherme d Oliveira Martins na conferência que comemora os 30 anos da criação da agência de notícias Esta conferência é a primeira de várias iniciativas que estão a ser programadas para celebrar os 30 anos sobre o dia 28 de novembro de 1986 quando foi aprovada em Conselho de Ministros a resolução que formalizava a criação da Lusa Agência de Notícias de Portugal Às 00 00 do dia 01 de janeiro de 1987 a Lusa fundada pelo Estado e pela extinta agência noticiosa NP Notícias de Portugal iniciou o serviço noticioso que mantém até hoje O evento de hoje será encerrado à tarde pelo primeiro ministro António Costa Guilherme d Oliveira Martins que é também chairman desta conferência saudou esta iniciativa considerando que é através destas reflexões que podemos motivar mobilizar os cidadãos em torno das tarefas fundamentais que temos de desempenhar Sobre o tema da conferência Portugal entre o rigor e a audácia disse que é importante em Portugal não só o rigor financeiro e económico mas também social e cívico Referindo se à audácia afirmou que é importante que os cidadãos sejam capazes de corresponder aos desafios que vão sendo encontrados nos dias de hoje Relacionados Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Conferência 30 Anos da Lusa parte II Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Voltar atrás Intervenientes António Costa Orçamento é ambicioso e abre caminho a superação de problemas António Vitorino Vitorino diz que partidos e sindicatos são instituições do século XIX a funcionar no século XXI Diogo Feio Campanhas como a de Marcelo vão facilitar maior participação Eduardo Catroga Vejo com simpatia que partidos da esquerda radical se aconcheguem ao arco europeu Catroga acredita que vai haver uma suavização da dívida Esquecemos o rigor nas contas públicas nos últimos 15 anos Guilherme d Oliveira Martins Lusa faz parte da consolidação da democracia em Portugal Guilherme d Oliveira Martins diz que em democracia os resultados são essenciais Luís Marques Mendes Lusa pode contribuir para difundir dimensão universalista Manuel Caldeira Cabral Portugal precisa de rigor mas também crescimento para corrigir desequilíbrios Caldeira Cabral destaca papel da Lusa no combate pela liberdade e rigor Maria João Rodrigues Países da zona euro devem investir mais para crescer mais Mariana Mortágua Obsessão com redução da dívida impede o crescimento Rita Rato Deputada do PCP Rita Rato defende escola pública como pilar da democracia Teodora Cardoso É preciso prescindir de executar política sem olhar a meios Constituição devia ser mais rigorosa sobre capacidade de financiamento da despesa Teresa Marques Agência Lusa é um instrumento para a recuperação do país Última Hora Vitória de Guimarães e Estoril Praia empatam a um golo na I Liga Sanções impostas à Rússia só acabam se cumprir acordos de Minsk Obama Rio2016 Jessica Augusto também com mínimo na maratona Síria Barack Obama contra criação de zona de segurança por questões práticas Obama apela para China aumentar pressão sobre

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