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  • Regresso às aulas - Correia Rosa, Lda
    e medicamentos O Sal e a Hipertensão Arterial Gripe vs Constipação Herança Genética na Diabetes e o controlo de HC ingeridos Higiene do Sono Cuidados com a pele em doentes oncológicos Invista na sua saúde coma bem A importância de reciclar medicamentos Prevenir quedas em idosos Homeopatia Outra abordagem à doença SIDA Apostar na Prevenção Farmácia dos Afetos Saúde Online Dicionário de Farmácia Contatos Home Check lists Regresso às aulas

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  • Blog - Correia Rosa, Lda
    entre álcool e medicamentos O Sal e a Hipertensão Arterial Gripe vs Constipação Herança Genética na Diabetes e o controlo de HC ingeridos Higiene do Sono Cuidados com a pele em doentes oncológicos Invista na sua saúde coma bem A importância de reciclar medicamentos Prevenir quedas em idosos Homeopatia Outra abordagem à doença SIDA Apostar na Prevenção Farmácia dos Afetos Saúde Online Dicionário de Farmácia Contatos Home Blog Blog Herança

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  • Interacção entre álcool e medicamentos - Correia Rosa, Lda
    entre álcool e medicamentos Interacção entre álcool e medicamentos This entry was posted in Saúde on Março 30 2016 by admin Por Dra Vanessa Azevedo Farmacêutica Farmácia Rosa Muitas vezes surge a dúvida Será que posso beber álcool enquanto tomo este medicamento Sabe se que o consumo de álcool pode comportar o risco de sérias consequências médicas sendo um exemplo disso a interacção com alguns fármacos Apesar de nem sempre serem incompatíveis são muitos os medicamentos que interagem com o álcool daí que pelo sim pelo não o melhor é não arriscar A interação pode ter como consequência o aumento ou diminuição do efeito do fármaco no organismo podendo também originar efeitos secundários e adversos como a ocorrência de sonolência dor de cabeça vómitos hemorragias e dificuldades respiratórias por exemplo Para além da variação do efeito terapêutico tanto o consumo crónico de álcool como o ocasional pode também alterar os medicamentos dando origem a produtos tóxicos para o organismo que podem ser prejudiciais para órgãos como o fígado o estômago e o cérebro Seguem se alguns tipos de interações mais comuns que podem ocorrer entre fármacos e as bebidas alcoólicas Antibióticos Perdem o efeito não combatendo a infeção Como efeito secundário pode ocorrer dor de cabeça vómitos e em casos mais graves até convulsões Anticoagulantes Aumento do risco de hemorragia no estômago Anti histamínicos Vertigens e aumento o efeito sedativo comum a alguns destes medicamentos Antidepressivos Aumento da sonolência disfunção psicomotora e perda de memória Benzodiazepinas O álcool inibe o metabolismo destes medicamentos aumentando a sua concentração e potenciando os seus efeitos Analgésicos Aumento do risco de doença hepática e perturbações gastrointestinais Anti inflamatórios não esteroides A combinação com álcool potencia o risco de hemorragias gastrointestinais É preciso ter em conta que estas interações não são lineares pois variam consoante

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  • O Sal e a Hipertensão Arterial - Correia Rosa, Lda
    ajuda de um profissional de saúde especializado é fundamental e é a melhor maneira de despistar e controlar a hipertensão arterial que é cada vez mais frequente na nossa população Quando não é controlada a HTA aumenta a predisposição para a ocorrência de eventos fatais como o AVC acidente vascular cerebral e o EAM enfarte agudo do miocárdio Para além da hipertensão arterial o excesso de sódio está também associado ao desenvolvimento de outras doenças como cancro do estômago asma e problemas renais Mais recentemente descobriu se que também está relacionado com a perda de massa óssea e com o desenvolvimento e ou agravamento de doenças autoimunes Apesar das desvantagens do uso do sal este é necessário para a regulação da água para a contração muscular funcionamento cerebral e para o controlo do ritmo cardíaco sendo assim necessário o equilíbrio entre o seu consumo e o seu desuso O corpo humano normalmente necessita de muito pouco sal cerca de 2 5 a 5 g por dia quantidade que está de um modo geral naturalmente presente nos alimentos que consumimos Em Portugal em média cada pessoa ingere cerca 2 a 3 vezes mais sal do que devia pelo que é urgente iniciar uma redução do consumo de sal quer consumindo menos alimentos ricos em sal como é o caso de enlatados e comidas pré cozinhadas entre outros quer diminuindo ou substituindo a adição de sal aos alimentos Consumir alimentos sem sal pode parecer difícil a princípio quando as células do paladar não estão ajustadas ao sabor menos intenso mas a utilização de substitutos do sal facilita essa adaptação que acaba por acontecer em algumas semanas Algumas estratégias para substituir o sal incluem a adição de ervas aromáticas como o alecrim cebolinho coentros gengibre hortelã manjericão orégãos salsa e tomilho a utilização

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  • Gripe vs Constipação - Correia Rosa, Lda
    casos No entanto é importante haver uma distinção com ajuda do seu médico ou do seu farmacêutico para um tratamento específico para cada um dos dois tipos de vírus com medidas adjuvantes que cada um de nós pode fazer em casa Mas como os diferenciar Sintomas como a congestão nasal dor de cabeça tosse dor de garganta e febre podem ocorrer nos dois casos Porém numa constipação provocada pelo Rinovirus ocorre congestão nasal acompanhada por pingo no nariz garganta irritada tosse seca ou irritativa que se pode prolongar por semanas após término dos sintomas espirros e febre ligeira mais frequente em crianças A constipação é transmissível durante os primeiros 3 dias dos sintomas Num estado gripal provocado pelo vírus Influenza a febre normalmente é mais alta 38 C e acompanhada de dores corporais dores musculares e articulares que levam a um mal estar geral tosse com expetoração falta de apetite e dores de cabeça intensas Todos estamos mais suscetíveis a estes vírus nesta altura do ano devido à permanência em espaços fechados onde o vírus tem mais facilidade em transmitir se e devido ao frio que fragiliza a nossa imunidade É aconselhável a prevenção através da vacinação essencialmente nos grupos de risco idosos crianças e doentes crónicos e é possível estimular o sistema imunitário através da suplementação vitaminas equinácea Para além disso existem formas razoavelmente eficazes de reduzir a transmissão do vírus da gripe nomeadamente boas práticas de higiene e saúde pessoal que todos devemos adotar entre as quais Permanecer em casa até melhoria dos sintomas Evitar tocar nos olhos nariz ou boca com as mãos Lavar frequentemente as mãos com sabonete e água ou com desinfetantes à base de álcool Tapar a boca durante a tosse ou os espirros recorrendo a um lenço de papel Desperdiçar imediatamente o lenço

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  • Herança Genética na Diabetes e o controlo de HC ingeridos - Correia Rosa, Lda
    2 DM2 Ambos os tipos têm fatores genéticos imunológicos e metabólicos em comum havendo evidência de que a diabetes pode ser uma doença autoimune Já é sabido que o nosso estilo de vida influencia a probabilidade de ter diabetes mas sabe se agora que não é a única causa Vários estudos demonstram a relação entre a história familiar de Diabetes Mellitus e o risco de aparecimento de novos casos tanto de DM1 como de DM2 Temos como exemplo a Suécia em que 32 dos doentes com DM1 têm na sua família pelo menos uma pessoa com DM2 Assim sendo percebemos que o desenvolvimento da diabetes acontece pela interação de fatores externos como a alimentação a atividade física e o peso corporal com fatores que nos são intrínsecos como a genética individual A longo prazo a DM é uma doença com consequências graves ao nível dos vasos sanguíneos o que lhe confere uma elevada morbilidade mortalidade e redução da qualidade de vida do doente o que faz dela um dos principais problemas socio sanitários do mundo atual Estima se que nos próximos 20 anos a prevalência da DM passe dos 10 atuais para 20 da população principalmente a DM2 que representa 90 dos casos de diabetes Sabendo que os fatores genéticos não são modificáveis e que a DM2 está maioritariamente ligada aos fatores externos como a má alimentação a falta de atividade física sedentarismo e o excesso de peso é nosso papel atuar nestes fatores e prevenir esta doença através da mudança destes hábitos de vida Quando o diagnóstico da doença é inevitável o utente deve ser acompanhado de forma a controlar a progressão da doença e a ter a melhor qualidade de vida possível Este acompanhamento deve incentivar a prática de atividade física e sobretudo as mudanças necessárias nos hábitos

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  • Higiene do Sono - Correia Rosa, Lda
    que visam ensinar a criança a dormir com qualidade Higiene do sono Associamos o termo higiene a limpeza ausência de contaminantes e também às medidas que promovem a saúde Falar de higiene do sono é então falar de prevenção deste tipo de complicações Na hora de dormir há que ter em consideração os seguintes aspectos Ambiente Deve ser agradável calmo e silencioso Arejado e com temperatura controlada Temp amena Cama apropriada à idade da criança berço cama de grades cama juvenil Pouca roupa de cama Manter apenas o necessário para assegurar o conforto da criança Horário Assegurar a regularidade no horário de acordar e de deitar Os rituais de levantar e de ir para a cama ou as sestas no caso de crianças mais pequenas devem ser mantidos inalterados no dia a dia para que as crianças criem e amadureçam o seu próprio ritmo A hora de deitar pode variar de acordo com a hora de levantar e com os horários da família devendo ser na maioria dos casos entre as 21h e as 22h Mudanças de hábitos como nos fins de semana podem atrapalhar o sono Quanto maior a mudança isto é quanto mais tarde adormecer e acordar nos fins de semana maiores serão os prejuízos na rotina durante a semana de aulas As sestas diurnas devem ter um horário frequência e duração consistentes Devem evitar se várias sestas durante o dia Atividades A cama não deve ser usada como lugar para brincar A cama é destinada exclusivamente para descansar e dormir A criança só deve ir para a cama na hora de dormir e para dormir O desejável é que fique sonolenta na sua própria cama e aprenda a adormecer sem precisar de assistência Evitar ver televisão ouvir rádio mexer em tablets e computadores pelo menos 30 minutos

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  • Cuidados com a pele em doentes oncológicos - Correia Rosa, Lda
    2 Pediatria 1 Saúde 6 Sénior 1 Cuidados com a pele em doentes oncológicos This entry was posted in Cosmética on Maio 20 2015 by admin por Mónica Rodrigues Conselheira de dermocosmética FARMÁCIA ROSA Infelizmente os casos de Oncologia estão cada vez mais presentes na nossa vida e afectam tanto psicologicamente como fisicamente Segundo a International Agency for Research on Cancer são diagnosticados 10 9 milhões de pessoas em todo o Mundo com cancro Em Portugal prevê se um aumento de 12 6 de casos em 2035 Os efeitos secundários e patologias ao nível da Derme devido aos tratamentos com Radioterapia Quimioterapia e Imunoterapia poderão ser Queda de cabelo sobrancelhas e pestanas Unhas frágeis e quebradiças Paroniquia Onicólise Secura labial e alterações da Mucosa Oral Xerostomia Glossite Mucosite Infeções por Candidíase Ulceras Afetosas Secura extrema da pele podendo originar Foliculite Xerose Pés e mãos inchados Eristrodisestesia Palmo Plantar Um doente oncológico deverá ter alguns cuidados com a pele uma acção preventiva para reduzir o risco de vir a desenvolver algumas das patologias acima mencionadas Higiene usar um produto de limpeza que respeite o Ph da pele 5 5 Antisséticos Desodorizantes sem sais de alumínio parabenos e perfume Hidratação Emolientes bastante

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