web-archive-pt.com » PT » E » EBAH.PT

Total: 484

Choose link from "Titles, links and description words view":

Or switch to "Titles and links view".
  • Juliana - Perfil acadêmico | ebah.com.br
    Arquivos em destaque Enviar arquivo Comunidade Acadêmica Cursos Química Enfermagem Medicina mais Cursos Instituições de Ensino UFRGS UFRJ UFBA outras Instituições Perguntas e Respostas Login Cadastro Juliana Leal Estuda Audiovisual Meus Arquivos Ela não enviou arquivos Amigos Ela não possui amigos O Ebah é uma rede social dedicada exclusivamente ao campo acadêmico e tem como principal objetivo o compartilhamento de informação e materiais entre alunos e professores Saiba mais Sobre

    Original URL path: http://www.ebah.pt/user/AAAAAwBzQAB/juliana-leal (2016-01-02)
    Open archived version from archive


  • Diego - Perfil acadêmico | ebah.com.br
    Arquivos em destaque Enviar arquivo Comunidade Acadêmica Cursos Química Enfermagem Medicina mais Cursos Instituições de Ensino UFRGS UFRJ UFBA outras Instituições Perguntas e Respostas Login Cadastro Diego Moura Estuda Audiovisual Meus Arquivos Ele não enviou arquivos Amigos Ele não possui amigos O Ebah é uma rede social dedicada exclusivamente ao campo acadêmico e tem como principal objetivo o compartilhamento de informação e materiais entre alunos e professores Saiba mais Sobre

    Original URL path: http://www.ebah.pt/user/AAAAAyXKUAB/diego-moura (2016-01-02)
    Open archived version from archive

  • José - Perfil acadêmico | ebah.com.br
    em destaque Enviar arquivo Comunidade Acadêmica Cursos Química Enfermagem Medicina mais Cursos Instituições de Ensino UFRGS UFRJ UFBA outras Instituições Perguntas e Respostas Login Cadastro José Carlos Dias Estuda Audiovisual Meus Arquivos Ele não enviou arquivos Amigos Ele não possui amigos O Ebah é uma rede social dedicada exclusivamente ao campo acadêmico e tem como principal objetivo o compartilhamento de informação e materiais entre alunos e professores Saiba mais Sobre

    Original URL path: http://www.ebah.pt/user/AAAABF2VkAB/jose-carlos-dias (2016-01-02)
    Open archived version from archive

  • Curso de Engenharia - Grande Área Química | ebah.com.br
    kb 383 2006 08 20 00 00 00 0 Fundamentals Handbook Chemistry Volume 2 2 Mb 405 2008 01 24 00 00 00 0 TCM Lista 1 613 kb 256 2009 11 08 20 56 13 0 Shames Mecánica de fluidos 36 Mb 481 2007 12 06 00 00 00 0 Est Caso 2 394 kb 182 2006 08 20 00 00 00 0 Controle de Processos 598 kb 2578 2010 04 24 19 16 49 0 Uma Introdução a Microscopia de Força Atômica 2 Mb 381 2009 04 22 01 22 49 0 Merchandising da Elma Chips 5 Mb 188 2010 02 11 14 47 32 0 Dutos Forçados 40 kb 208 2009 11 08 20 50 41 0 Met pmi 2201 434 kb 560 2006 08 17 00 00 00 0 O Mundo Nanometrico 27 Mb 306 2010 03 22 12 06 51 0 Combinatória 49 kb 122 2008 10 14 00 00 00 0 Nanotecnologia 16 Mb 470 2010 03 22 12 04 00 0 destilação capitulo 2 129 kb 494 2010 04 25 11 33 17 0 Derivada e integral 347 kb 247 2008 10 14 00 00 00 0 P3 2007 QFL2308 Introdução à Química Orgânica 599 kb 148 2008 09 04 00 00 00 0 Instrumentação e controle de processos 20 kb 273 2010 04 24 19 18 19 0 Lista 2 33 kb 166 2009 04 12 13 30 42 0 Koretsky Solutions 11 Mb 1157 2011 05 12 15 35 22 0 Mev pmi 2201 2 Mb 596 2006 08 17 00 00 00 0 123 6 Mb 45 2008 04 08 00 00 00 0 3 prof matematica 127 kb 9 2011 12 11 22 10 25 0 14 tecnico administrativo sec administração pne 136 kb 7 2011 12 11 22 33 51 0 Resina fenol40 327 kb 355 2011 05 21 07 33 05 0 cinetica 1 166 kb 202 2011 03 05 03 49 50 0 Perfilagem 1 Mb 602 2010 11 28 23 13 20 0 Anticorpos 153 kb 55 2008 12 19 00 00 00 0 pervaporação 866 kb 131 2010 10 31 06 38 47 0 O Setor Sucroalcooleiro 480 kb 347 2010 06 26 14 55 48 0 apresentação secagem industrial 321 kb 724 2010 04 24 19 13 38 0 evaporadores 1 Mb 205 2010 09 01 16 45 06 0 Gerenciando a Manutenção Produtiva 71 Mb 1241 2012 05 07 13 44 20 0 Quimica Organica Mc Murry 154 Mb 763 2012 03 12 02 10 45 0 Estequiometria 19 kb 59 2012 06 17 02 24 45 0 8 medico do trabalho 112 kb 12 2011 12 11 22 30 42 0 9 jardineiro pne 241 kb 6 2011 12 11 22 31 29 0 poluentes orgânicos 161 kb 86 2012 09 26 23 35 59 0 Exercícios de Língua Francesa 63 kb 33 2013 05 15 20 06 04 0 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA QUÍMICA 1 Mb 789 2011 11 09 09

    Original URL path: http://www.ebah.pt/engenharia-grande-area-quimica (2016-01-02)
    Open archived version from archive

  • Cromatografia - - PMI2201
    ocorre na fase líquida quimicamente ligada A contribuição relativa de cada mecanismo depende da quantidade relativa de cada tipo de grupo funcional existente Uma classificação dos métodos cromatográficos retirada de Collins et al 1990 é apresentada na Tabela I Tabela I Classificação dos métodos cromatográficos retirada de Collins et al 1990 TÉCNICA Fase Móvel Fase Estacionária líquida sólido ligada líquida sólido ligada sólido ligada líquida Tipo de Cromatografia CP CCD CCD CGL CGS CGFL CSS CSFL CLL CLS CE CLFL CTI CB Líquida PLANAREM COLUNA Gasosa Fluido Supercrítico sólido ligada Líquida Sigla emPortuguês Nome da TécnicaSigla emPortuguês Nome da Técnica CPcromatografia em papelCSFLcromatografia supercrítica com fase ligada CCDcromatografia em camada delgadaCLLcromatografia líquido líquido CCDcromatografia em camada delgadaCLScromatografia líquido sólido CGLcromatografia gás líquidoCEcromatografia por exclusão CGScromatografia gás sólidoCLFLcromatografia líquida com fase ligada CGFLcromatografia gás fase ligadaCTIcromatografia por troca iônica CSScromatografia supercrítica com fase estacionária sólidaCBcromatografia por bioafinidade PMI 2201 INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS Por Prof Antonio Carlos Vieira Coelho EPUSP Não será possível tratarmos de todos os métodos cromatográficos ao longo deste texto Assim sendo trataremos apenas de métodos de cromatografia em colunas Normalmente esse método procede com um fluxo contínuo da fase móvel que permanece até que todos os componentes da mistura em análise tenham saído da coluna e tenham sido detectados A Figura 2 mostra esquematicamente como duas substâncias A e B podem ser separadas numa coluna por eluição A eluição envolve o transporte das espécies através da coluna pela adição contínua de fase móvel fresca também chamada de gás ou líquido de arraste No instante inicial da análise t t0 uma pequena quantidade da amostra que pode inclusive estar diluída na fase móvel é introduzida na coluna em geral através de uma seringa manual ou de uma sistema de injeção automático no menor intervalo de tempo possível Conforme são transportados pela fase móvel que entra de forma contínua na coluna os componentes A e B da mistura vão se distribuindo ao longo das duas fases e começa a se acentuar a separação entre os componentes ao longo das fases estacionária e móvel Com o correr do tempo que implica na adição de maiores quantidades de fase móvel fresca o componente que interage mais fracamente com a fase estacionária vai sendo preferencialmente arrastado pela fase móvel Isso ocorre porque a velocidade de arraste de um componente ao longo da coluna depende da fração de tempo que esse componente passa em cada fase um componente que interage fracamente com a fase fixa passa pouco tempo ligado à ela permanecendo a maior parte do tempo na fase móvel Idealmente as diferenças entre velocidades de arraste leva à separação dos componentes da mistura em análise em bandas ou zonas da coluna Com a continuação da passagem de fase móvel as diferentes bandas vão se movendo ao longo da coluna até atingir o seu final onde são coletadas e ou detectadas Se um detetor que responde à presença dos compostos da mistura é colocado no final da coluna e o seu sinal ao

    Original URL path: http://www.ebah.pt/content/ABAAAAAwEAE/cromatografia (2016-01-02)
    Open archived version from archive

  • Helena - Perfil acadêmico | ebah.com.br
    Cadastro Helena de Cássia Ferreira Estuda Engenharia Grande Área Química Meus Arquivos Analise quimica Analise termica Aula Analises quimicas inorganicos Aula Microscopia Cromatografia Difração Est Caso 1 Est Caso 2 Estudo de caso 1 Difração Raios X Estudo de caso 2 Queima de ceramica Infravermelho Met pmi 2201 Mev pmi 2201 Microscopia otica Porosimetria Programa 2006 Turmas 1 a 4 Amigos Ela não possui amigos O Ebah é uma rede

    Original URL path: http://www.ebah.pt/user/AAAAAAAKcAK/helena-cassia-ferreira (2016-01-02)
    Open archived version from archive

  • Exercicios de cinética - Trabalho de Cinetica e Calculo de reatores,apresentado em...
    é de 0 2 g cm3 O código fonte desse arquivo e a curva obtida estão mostrados abaixo t C ode45 dCdt 0 0 5 30 0 2 figure 1 plot t C title Variacao da concentracao de celulas xlabel Tempo h ylabel Concentracao de celulas g dm3 A C 0 2 t taxa de crescimento das celulas figure 2 plot t A title Variacao da taxa de crescimento xlabel Tempo h ylabel Taxa de crescimento de celulas g dm3 h Gráfico 1 Variação da Concentração de Células 20 Variacao da concentracao de celulas Tempo h C o n c e n t r a c ao de c e l u l as g Gráfico 2 Variação da Taxa de Crescimento das Células b Para um reator contínuo CSTR vale o seguinte balanço de massa VrCCv dt Onde 0vé o fluxo de células entrando no reator Sabendo que o tempo espacial 0v V dividindo os dois lados da equação acima por V temos que gCC rCC dt Para o reator em regime permanente e considerando 0 C não há entrada de células temos que Cg C C 1 4 Variacao da taxa de crescimento Tempo h T a x a de cresci m e n t o de c elulas g PONTO 1 interseção da reta 1 vsCcom o eixo y no caso C Como logo obtemos a seguintereta para 1 vsCC Gráfico 3 Concentração em Função do Tempo Espacial QUESTÃO 5 k k Rj M Rj 1 As concentrações de monômero e iniciador são M0e I0respectivamente a Deduza a equação em função da a Fazendo o balanço de massa para o iniciador I para um reator CSTR temos que Logo MI I I0I0 kr MkI I A equação 1 acima correlaciona I e Taxa de consumo de monômero M 1j JPIM RMkMIkr M Mk MkMIk MIk I IPI Ikk MIkkMkIkMkIk M b Com a equação 1 encontrada podemos plotar I I0e M M0 sabendo que smollki 015 0 e smollkp 103 Como kié muito menor que kp podemos considerar que a concentração de iniciador se mantém constante logo 10 I I Com isso a partir da equação 1 encontramos I k Onde a única incógnita é o Multiplicamos o denominador da equação por um fator 0 337 já que esse foi o valor máximo encontrado para M variando queé igual a concentração inicial de monômero M0 Para plotar M M0 utilizado o software Matlab O código fonte e a figura obtida estão mostrados abaixo B 1 I I0 1 constante ki kp A 0 9 I I0 0 9 para nao gerar uma indeterminacao no calculo de M que ocorre para I I0 1 T 0 0 2 2 TAL variando de 0 a 2 M 1 A 0 337 T 0 015 A fator 0 337 para que tenhamos M M0 variando de 0 a 1 plot T M r T B g title Variação de M M0 e I I0 com T tal xlabel T tal

    Original URL path: http://www.ebah.pt/content/ABAAABo0AAA/exercicios-cinetica (2016-01-02)
    Open archived version from archive

  • Limite - Inserir Descrição
    único Unicidade do Limite Se Lim f x A e Lim f x B quando x tende ao ponto c então A B Limites Infinitos Seja f a função definida por f x 1 x Iremos analisar o comportamento numérico desta função através das tabelas abaixo Comportamento de f à esquerda de x 0 x 1 0 1 0 01 0 001 0 0001 f x 1 10 100 1000 10000 Quando x 0 por valores maiores que zero x 0 os valores da função crescem sem limite Comportamento de f à direita de x 0 x 1 0 1 0 01 0 001 0 0001 f x 1 10 100 1000 10000 Quando x 0 por valores menores que zero x 0 os valores da função decrescem sem limite Observamos que próximo de x 0 o comportamento da função é estranho Baseado neste exemplo podemos afirmar que quando x tende a 0 esta função não tem os valores se aproximando de um limite bem definido Ao analisar o comportamento numérico de f x 1 x² nas proximidades de x 0 observamos que Comportamento de f à esquerda de x 0 x 1 0 1 0 01 0 001 0 0001 f x 1 100 10000 1000000 100000000 Comportamento de f à direita de x 0 x 1 0 1 0 01 0 001 0 0001 f x 1 100 10000 1000000 100000000 Observamos pelas tabelas que se x 0 por valores maiores ou menores do que 0 os valores da função crescem sem limite Assim podemos afirmar por este exemplo que quando x 0 esta função tem os valores se aproximando de um limiar inf infinito Neste caso dizemos que não existe o limite de f x 1 x² no ponto x 0 mas denotamos tal fato por Lim x 0 1 x² Por causa desta notação costuma se dizer que algumas funções têm limites infinitos e por causa deste limite dizemos também que o gráfico desta função tem uma assíntota vertical que é uma reta cuja equação é dada por x 0 neste caso Limites no Infinito Analisaremos agora o comportamento de h x 1 x quando x cresce arbitrariamente x ou quando x decresce arbitrariamente x Comportamento de h para x pequenos x 1 10 100 1000 10000 100000 h x 1 0 1 0 01 0 001 0 0001 0 00001 Comportamento de h de h para x grandes x 1 10 100 1000 10000 100000 h x 1 0 1 0 01 0 001 0 0001 0 00001 Pelas tabelas observamos que Lim x h x 0 Lim x h x 0 e quando construimos o gráfico de h observamos que existe uma reta assíntota horizontal que é a reta y 0 que nunca toca a função mas se aproxima dela em e em Temos então uma definição geral englobando tal situação Definição Seja f uma função definida para todos os valores do intervalo a Escrevemos quando para todo e 0 existe um número real

    Original URL path: http://www.ebah.pt/content/ABAAAAH44AC/limite (2016-01-02)
    Open archived version from archive



  •