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  • Mateus - Perfil acadêmico | ebah.com.br
    Fonta Cap6 Livro Fonta Cap7 Livro Fonta Cap8 Livro Fonta Cap9 Livro Fonta Referencias FRUTICULTURA Adubação e manejo do solo para a cultura da Apresentação Clevison Banana instruções práticas de cultivo Grade de agroquimicos Microsoft PowerPoint ADUBAÇÃO PALESTRA Microsoft PowerPoint Controle de doenças e Microsoft PowerPoint Introdução à Microsoft PowerPoint RESUMO DAS ATIVIDADES Microsoft Word VAMOS INSTALAR UM POMAR Poda e raleio final Produçao integrada e orgânica de frutas Video ts aula biotecnologia inicio aula propagação caderno Campo caderno Colheita cadernoCampo1 uva colheita e comercializa o FINAL curso bananicultura irrigada customanga doc Acompanhamento PIB documento local de preparo fruta e saude FINAL inscricaoNormativa BANANA Gado Leiteiro A glândula mamaria BOVINOS DE LEITE Introdução Classificação Anual dos Principais Paises Cuidados na hora do parto Gado leiteiro Limpeza da ordenhadeira Livro Alimentação de Gado de Leite MANEJO DA ORDENHA laminas Manejo de pastagem Mastite Mastite e alimentacão Mastite e contaminacões Misturas completas e a nutrição de precisão Ordenhadeiras Princípio ativo de mastite Qualidade do leite VOLNEI trabalho Vitaminas manual BPF DPA Gado de Corte CUSTO SILAGEM silagem Milho Irrigado Inverno Sistema1 silagem Milho Irrigado Inverno Sistema2 silagem Milho Sem Irrigação silagem Sorgo 2005 IMAGENS FOTO GADO aberdeen angus campo de feno hereford 3 hereford 4 touro angus 1 touro senepol 1 touro senepol 2 touro senepol 4 PLANILHAS IATF Custo iatf rebanho leiteiro Cálculo iatf protocolo Cálculo quantidade produto iatf Plan IATF vs Monta Natural 2007 Planilha iatf Simulação de Protocolos de IATF plancusto planilha mn X ia leite PLANILHAS IATF TECNOPEC Custo benefício da iatf em gado leiteiro CÁLCULO DE CUSTO DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM Cálaculo da quantidade de produtos e preço Cálculo de quantidade de produto e Planilha de controle da iatf Pragrama iatf vacas leiteiras cruzadas Programa iatf 3 passagens com be no d8 Programa iatf vacas leiteira alta produção Sincronização e iatf em bovinos d906273cca1ee077d8183e6d6b75b550 RAÇAS DE CORTE Angus BLONDE D AQUITAINE slides BUFALO cortes Beefalo Blanc belgian blue Blonde d aquitaine Braford Brahman Brahman Vanessa Brangus Bufalo 1 BúFALOS Canchim Caracu Charolês Devon Hereford Limousin bufalos INSETÁRIO Manual de Coleta de Insetos Ordem coleoptera Ordem hemiptera Ordem lepidoptera TABELA DE PRAGAS DA AGRICULTURA apostila entomologia 2010 características dos insetos apostila lagarta elasmo lagarta rosca tamanduá da soja torranzinho da soja IRRIGAÇÃO E DRENAGEM 05 Evapotranspiraçãomanejo 06 aspersao Apostila de Irrigação Completa Dimensionamento de um sistema de irriga Exercicio Regularização de vazao Imprimir e Irrigação Manual de orientaçóes irrigação e drenagem irrigação tubos enterr manejo irrigação aspersao convencional planilha para cálculo de drenagem MANEJO DE ORDENHA Manejo da ordenha e qualidade do leite seg 23 Manejo da ordenha e qualidade do leite ter 24 Ordenhadeira MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA 07 transmissao parte 2 08 acoplamento e transferencia de peso 09 transmissão parte 1 2a aula Mecanização Agricola Unidades 3 Estimativa da potencia dos motores Adubadoras Apostila Aplicação dos tratores Apostila Mecanica Mecaniza o Agr cola Apostila Segurança na Operação dos tratores Apostila Tratores Apostila de mecanização Apostila rodados tratores Apostila trator agrícola Aula1 B Motores combustao Interna Aula1 A Motores de Combustão Interna Dimensionar um trator para operar na Evolução Tecnologica das Maquinas Agricolas Histórico da mecanização ag Manual Colhedoras John Deere STS 9650 e 9750 Manual Tecnico sobre orienta o de pulveriza o PREPARO DE SOLO Inicial convencional e Preparação do Trabalho Sistema Hidráulico aula Sistemas complementares de motores TDP e Sistema de redução final Trabalho com perfilômetro Transmis Tratores Uso e Manutenção de baterias adequação trator implemento apostila máquinas agrícolas unesp bauru apresentação do trator aula pneus aula normas segurança aula1 Auxiliar motores combustao interna aula1 a motores combustao interna bateria caracteristicas tecnicas dos tratores agricolas combustíveis e lubrificantes combustíveis e lubrificantes 1 estudo dos tratores agricolas evolução mecanização agrícola introdução a engenharia agricola introdução ao estudo dos tratores agricolas manutenção tratores maquinas para preparo do solo maquinas para tratamentos culturais máquinas para produção agropecuária principio funcionamento seleção trator implemento semeadoras caracteristicas aula sistema eletrico slides diversos tratam culturais 07P2 tratores agricolas aula tratores agrícolas evolução tratores06 02 UFPel MEDICINA VETERINÁRIA orientação sobre injecoes Apostila estresse e produção animal Apostila Técnica Cirurgica Cuidados fundamentais durante a aplicação de IMPROVISAÇÃO Manual de Suturas Pat 03 necropsia amputação amputação de dígito em bovinos anestesia local aplicação de medicamento pós cirurgia bovino caracu com dermatite digital cirurgia para retirada do tecido fibroso curativo EM BOVINO depois da anestesia epidural anestesia local ferimento causado por arame liso finalizado limpeza do local pele e tecido fibroso do ferimento presentinho logo de manhã prolapso uterino retirada das falanges distal e medial suturando vias de aplicação de medicamentos Pacote de Imagens de Animais em 3D Digital Pacote de Imagens de Animais em 3D Digital rar pacote de imagens de animais em 3d digital Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais em 3d Pacote igital imagens de animais

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  • manutenção tratores - PDF MANUTENÇÃO TRATORES
    função de quebra do equipamento em período produtivo utilização de peças de má qualidade e perdas geradas pela instabilidade no início dos trabalhos Segundo Barger et al citado por MOLINA JUNIOR e CANALE 1998 consideram que a vida útil do trator agrícola não diz respeito somente ao tempo de uso mas à conservação obsolescência e à mudança de atividade da empresa 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Tratores agrícolas são máquinas complexas com diversos sistemas e componentes interagindo entre si e estabelecendo uma relação de dependência entre seus desempenhos Quando estas máquinas falham são restauradas para recuperar sua capacidade de produção A sua manutenção correta e apropriada prolonga sua vida útil aumenta a competitividade e maximiza os lucros dentro do setor agrário O custo de acompanhamento de frota no campo é muito pequeno em relação à parada do equipamento quando o mesmo necessita de manutenção corretiva Alvarez citado por REIS et al 2005 As empresas rurais procuram sempre estar atualizadas na aplicação de tecnologia em seu processo produtivo e o departamento de manutenção poderá trazer resultados positivos de desempenho do sistema produtivo agrícola garantindo ganhos em produtividade e qualidade Para determinar a manutenção correta de maneira apropriada deve se conhecer bem o funcionamento as manutenções aconselhadas pelo fabricante aos equipamentos e adotar ferramentas administrativas que possibilitem o planejamento O primeiro passo para se adotar ferramentas administrativas eficazes é avaliar a situação dos tratores quanto à manutenção 2 1 DEFINIÇÃO DE MANUTENÇÃO Algumas definições podem ser apresentadas para o termo manutenção Ato ou efeito de manter segundo MICHAELIS 2007 Os cuidados técnicos indispensáveis ao funcionamento regular e permanente de motores e máquinas segundo FERREIRA 2007 Forma pela quais as organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações físicas segundo Slack citado por BIN 2005 Fazer tudo que for preciso para assegurar que um equipamento continue a desempenhar as funções para as quais foi projetado em um nível de desempenho exigido segundo Xenos citado por BIN 2005 Um conjunto de atividades com o objetivo de suprimir defeitos de qualidade produzidos pelas avarias e eliminar a necessidade de ajustes dos equipamentos segundo Shirose citado por BIN 2005 De acordo com as definições supracitadas pode se definir manutenção de trator como ato de gerenciar continuamente e de forma sistemática todos os procedimentos que visam manter o equipamento em boas condições de funcionamento garantindo a saúde segurança de seus usuários preservação do meio ambiente e aumento da vida útil do equipamento 2 2 HISTÓRICO DA MANUTENÇÃO Segundo Sievuli citado por BIN 2005 a evolução da manutenção em um contexto mundial pode ser representada por três gerações descritas a seguir 1ª geração 1930 a 1940 caracterizada pelo conserto após a falha manutenção corretiva 2ª geração 1940 a 1970 caracterizada pela disponibilidade crescente e maior vida útil dos equipamentos pelas intervenções preventivas baseadas no tempo de uso após a última intervenção pelo custo elevado de manutenção quando comparado aos benefícios pelos sistemas manuais de planejamento registro das tarefas ocorrências de manutenção posteriormente pelo início do uso de computadores grandes

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  • combustíveis e lubrificantes - PPT SOBRE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
    SAE 20W40 SAE10W SAE90 SAE140 A P I Instituto Americano de Petróleo identifica o óleo quanto ao tipo de serviço diesel gasolina álcool 2 tempos 4 tempos Classes de Identificação Motores Diesel CA CB CC CD CE CF CF 4 Motores Gasolina álcool AS SB SC SD SE SF SG SH SI SJ Motores 2 tempos TC W Instituto Americano Motores Navais Caixa de Câmbio GL1 GL2 GL3 GL4 GL5 GL6 I S O Organização Internacional de Padronização identifica os lubrificantes para sistemas hidráulicos Exemplos ISO68 ISO100 GRAXAS LUBRIFICANTES Graxas são lubrificantes sólidos ou semi fluidos constituídos de agente espessador sabão metálico argila lubrificante óleos derivados do petróleo ou sintéticos e aditivos anti oxidante anti ferrugem extrema pressão etc As graxas são normalmente classificadas de acordo com algumas propriedades tais como resistência a água a temperatura e a alta rotação e em testes de penetração Exemplo 000 semi fluida 2 macia 3 média 4 dura 5 muito dura 6 extra dura FATORES QUE AFETAM O CONSUMO E A DEGRADAÇÃO DO ÓLEO LUBRIFICANTE DO MOTOR Aquecimento lento do motor Marcha lenta prolongada Respiro do motor entupido Sistema de injeção deficiente Óleo diesel contaminado Baixa eficácia do sistema de filtragem do ar Amaciamento incorreto Óleo não recomendado pelo fabricante Não observação do Plano de Manutenção determinado pelo fabricante FATORES QUE AFETAM O PERÍODO DE TROCA DE ÓLEO DO MOTOR Tipo de motor rotação temperatura de operação relação de compressão etc Capacidade do cárter Estado de conservação do motor manutenção correta superaquecimento consumo exagerado de lubrificante e combustível etc Combustível utilizado teor de impurezas e enxofre Local de operação trafego intenso poeira Condições de serviço operações em baixa temperatura sobrecarga trajetos muito curtos superaquecimento etc Lubrificante utilizado atender as especificações API SAE OBS a existência dos filtros ar óleo e ventilação do cárter não evitam a necessidade de troca de óleo FATORES QUE AFETAM OS PRODUTOS ESTOCADOS CONTAMINAÇÃO PELA ÁGUA a contaminação pela água é prejudicial a qualquer tipo de lubrificante Óleos aditivados como óleos para motores óleos para cilindros ou óleos de extrema pressão podem deteriorar se ou precipitar se os aditivos e se utilizados podem trazer sérios problemas o equipamento Os bujões podem eventualmente permitir a entrada de água no interior do tambor Os óleos sofrem variações no seu volume com a variação de temperatura dilatando se com o calor do dia e contraindo se com a menor temperatura noturna A conseqüência disto é que ocorre a expulsão de ar contido no interior do tambor durante o dia e a aspiração do ar externo durante a noite trazendo junto a umidade Comentários Descrição PPT SOBRE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES Tags COMBUSTIVEIS LUBRIFICANTES Estatísticas 86 visitas 8 downloads comentários Arquivos Semelhantes combustíveis e lubrificantes 1 combustíveis e lubrificantes 1 combustíveis COMBUSTÍVEIS Lubrificantes Lubrificantes outro ppt Lubrificação completa resumo de lubrificantes Lubrificantes Lubrificantes combustiveis combustiveis Tecnologia de Combustíveis Tecnologia de Combustíveis Adulteração de combustíveis O documento apresenta informações técnicas básicas que permitam ao leitor se familiarizar com os lubrificantes lubrificantes combustíveis e lubrificantes 1

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  • bateria - IMAGEM DE BATERIA
    e Carregadores Manual de baterias Trabalho de Baterias Trabalho de Baterias bateria nuclear bateria nuclear Bateria Tracionária Perfect Saturnia Bateria Tracionária Aprendendo a Carregar as Baterias Nicd Manual sobre baterias Niquel Cadmio Uso e Manutenção de baterias Uso e Manutenção de baterias Módulo para gerenciamento de carga de baterias Trabalho final de graduação 05 34823486 Learn Master Drums Lesson Book Método de bateria nobreaks baterias e estabilizador de tensão básico sobre no breaks baterias e estabilizador de tensão Livros Relacionados Atlas de Anatomia Humana Com 1 431 ilustrações coloridas e 1 984 quadros esta 22ª EDIÇÃO incorporou numerosas figuras Técnicas Eficazes de Comunicação para a Educação Infantil Este livro concebido para ser utilizado como recurso para a comunicação é dirigido a Imperialismo Ecológico Tratado de Animais Selvagens O Tratado de Animais Selvagens é imprescindível não apenas ao médico veterinário que se Teoria e Prática dos Títulos de Crédito Esta obra de Amador Paes de Almeida traz uma análise da letra de câmbio da nota Atlas de Anatomia Humana Com 1 431 ilustrações coloridas e 1 984 quadros esta 22ª EDIÇÃO incorporou numerosas figuras Técnicas Eficazes de Comunicação para a Educação Infantil Este livro concebido para ser utilizado como recurso para

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  • Uso e Manutenção de baterias - PPT USO E MANUTENÇÃO BATERIAS
    Adicionar somente água destilada ou da chuva 10 Utilizar substância anti oxidante para manutenção e limpeza dos bornes 11 Manter a bateria firme no seu alojamento 12 Manter a bateria sempre em uso 13 Evitar curtos circuitos com ferramentas 14 Manter os respiros desobstruídos 15 Ao retirar uma bateria retire primeiro o pólo negativo 16 Ao colocar uma bateria em funcionamento coloque primeiro o pólo positivo MANUTENÇÃO DE BATERIAS 2 Utilizar somente água destilada ou da chuva 3 Manter a solução no nível 1 cm acima das placas 4 Recarregar a bateria sempre que apresentar baixa densidade 1 175 5 Manter os respiradores das tampas dos vasos sempre limpos 6 Não provocar cargas ou descargas rápidas 7 Na colocação da bateria colocar primeiro o pólo positivo 8 Na retirada de uma bateria retirara primeiro o pólo negativo 9 Proteger os terminais com material anti oxidante mel vaselina 10 Não provocar pancadas sobre os pólos 11 Manter a bateria firma no alojamento 12 Manter os pólos apertados 13 Não use água quente para limpar a bateria externamente 14 Uso solução de bicarbonato de sódio e água para limpar a bateria internamente 15 È prudente o uso de óculos de proteção quando manipular baterias 16 Não fazer inversão de ligações Comentários Descrição PPT USO E MANUTENÇÃO BATERIAS Tags MANUTENÇÃO BATERIAS Estatísticas 93 visitas 10 downloads comentários Arquivos Semelhantes Uso e Manutenção de baterias Uso e Manutenção de baterias Baterias Baterias Manual de Baterias Bosch 6 008 FP1728 04 2007 Manual de Baterias Estacionárias bateria IMAGEM DE BATERIA TCC Marco Trancoso Ogibowski Manutenção operação aspectos construtivos de batarias estacionárias chumbo ácida nobreaks baterias e estabilizador de tensão básico sobre no breaks baterias e estabilizador de tensão Utilização de bateria recarregável para uso contínuo em Este trabalho tem por finalidade apresentar uma nova concepção

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  • Eletronica Embarcada e ISOBUS-ConBAP2006 - TECNOLOGIA EMBARCADA
    comunicação Norma ISO 11783 13 partes Rede de comunicação serial em máquinas agrícolas e florestais base CAN controller area network Origem setor automotivo Bosch ISO ISOBUS permite interconectividade ISOBUS itens da norma ISOBUS componentes de um sistema Força Tarefa ISOBUS Brasil Grupo formado por empresas privadas e instituições de ensino e pesquisa Fabricantes de Implementos Fabricantes de Máquinas Fabricantes fornecedores de Eletrônica Embarcada Instituições de Ensino P D Agrícola Eletrônica ABNT FTI Brasil Objetivos desenvolver implementar e popularizar a norma ISOBUS no Brasil NBR ISO11783 participar ativamente da evolução da norma internacional ISO11783 Análoga a NAIITF EUA e IGI Europa Como os órgãos atuam ESTRUTURAS ENVOLVIDAS Interação entre as partes Metas FTI Brasil Criar norma NBR ISO11783 Tradução das treze partes da Norma ISO 11783 Adaptação para as necessidades brasileiras Participar ativamente da evolução da norma na ISO Metas FTI Brasil Divulgar a ISOBUS e seus benefícios Compartilhar as experiências na implementação dos protocolos nos diversos níveis Organização de encontros plugfests para ensaio dos equipamentos sendo desenvolvidos Promover e certificar a compatibilidade Aprovar laboratórios que certificam a conformidade com a norma Metas FTI Brasil Divulgar a ISOBUS e seus benefícios Compartilhar as experiências na implementação dos protocolos nos diversos níveis Organização de encontros plugfests para ensaio dos equipamentos sendo desenvolvidos Promover e certificar a compatibilidade Aprovar laboratórios que certificam a conformidade com a norma Ações realizadas FTI Brasil Lançamento e divulgação Agrishow 2005 e 2006 Congresso da SBEA jul2005 Canoas Congresso da SBIAgro set2005 Londrina ConBAP2006 jun2006 São Pedro Comissão ABNT para norma NBR ISO Comunicação e Eletrônica Embarcada set05 Força Tarefa ISOBUS Brasil Ações atuais Normalização dentro da ABNT Website e grupo de discussão www grupos com br group isobus br Ações futuras Eventos para divulgação Plug fests Laboratórios de teste Membros da FTI AGCO Agrosystem CNH Embrapa Instrumentação

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  • guia funcaonutrientes - MATERIAL DA MANAH SOBRE FUNÇOES DOS NUTRIENTES
    10 Composição 175 lpi a 45 graus U MANAH 07JOB259 Fosmag Funçao dos Nutrientes Folder Funçao dos Nutrientes cdr quinta feira 2 de março de 2007 21 23 07 Composição 175 lpi a 45 graus Comentários Descrição MATERIAL DA MANAH SOBRE FUNÇOES DOS NUTRIENTES Tags FUNÇÃO NUTRIENTES SOLOS Estatísticas 104 visitas 8 downloads comentários Arquivos Semelhantes Funções dos nutrientes minerais macronutrientes Funções dos nutrientes minerais macronutrientes Funções dos nutrientes Funções dos nutrientes A Absorção de Nutrientes A Absorção de Nutrientes A Absorção de Nutrientes A Absorção de Nutrientes Potafos nutrientes Potafos nutrientes Nutrientes nutrientes para as plantas Nutrientes do solo Discussão sobre deficiência importância e funções dos macronutrientes primários e secundários do solo Boletim 01 agromonia relatoriocquimicauuuu Analise Química dos Nutrientes Fertilidade do solo Material das aulas de Tópicos em fertilidade do solo SOL 470 UFV MG do professor Roberto Livros Relacionados Cálculo A Funções Limite Derivação e Integração Cálculo A é uma obra de referência nos cursos de cálculo diferencial e integral A Economia da Natureza Toda a organização dos seres vivos Ricklefs A Economia da Natureza é muito mais que uma Guidorizzi Um Curso de Cálculo Volume 1 Um Curso de Cálculo do professor Guidorizzi aborda os seguintes

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  • produção sementes - Estabelecimento de campo de produção de Sementes
    queda rápida nos anos seguintes Na pesquisa de mercado é necessário a coleta sistemática de informações referentes às necessidades desejos e hábitos de compra dos consumidores o número de consumidores potenciais com poder aquisitivo e às alternativas disponíveis para cada grupo de consumidores potenciais Almeida 1985 Assim a demanda de mercado é o volume total de um produto sementes que será comprado por consumidores que utilizam uma tecnologia específica em um lugar determinado dentro de um período específico e com um certo esforço de marketing Ela depende da área a ser plantada da densidade de plantio da taxa usual de substituição da percentagem da área plantada pelos agricultores que utilizam a taxa usual de substituição Almeida 1985 A taxa usual de substituição é a freqüência com que os agricultores compram suas sementes melhoradas Se a compra ocorre a cada dois anos esta taxa é igual a 50 e se ocorre a cada quatro anos é igual a 25 1 4 x100 As necessidades totais de sementes podem ser calculadas mediante a seguinte fórmula Q P A D 1 0 G E onde P é o peso de 100 sementes Tabela 1 A é a área a ser plantada D é a densidade de plantas por metro de fileira G é a percentagem de ocorrências germinativas enquanto E é o espaçamento entre fileiras em centímetros Vieira 1978 A taxa de compra esperada é o produto da taxa usual de substituição pela porcentagem da área plantada pelos agricultores que a utilizam e dividido por 100 Alguns pecuaristas não usam toda a propriedade como pastagem Cabe ao profissional responsável por assessoria técnica determinar na sua região qual é esta percentagem usada através do conhecimento da estrutura agrária Normalmente órgãos governamentais dispõem de informações que ajudam bastante na tomada de decisão Assim a demanda de sementes à taxa de compra esperada é o produto das necessidades totais de sementes pela taxa de compra esperada e dividido por 100 Hipotéticamente para uma empresa que queira colocar no mercado uma quantidade de 1750 toneladas de sementes é necessário considerar uma taxa de perda por manuseio por exemplo 30 Por regra de três inversa calcula se a necessidade de produzir um total de 2 500 toneladas de sementes brutas Se for considerado uma produtividade de 5 toneladas por hectare chega se à uma necessidade de 500 ha para o plantio Se for considerado uma perda de campo igual a 10 por falta de padrões calcula se a necessidade de 5 ha É um total de área que poderá ser própria ou por contratação de cooperantes Finalmente se a taxa de semeadura for de 100 kg por hectare calcula se a necessidade de 5 toneladas de sementes para iniciar a produção Outra possibilidade é usar os fatores de multiplicação que estão exemplificados na Tabela 14 A partir destes cálculos estima se a área a ser plantada TABELA 13 Peso de 100 sementes de algumas gramineas de interesse forrageiro Espécie G CV Setaria anceps Stapf ex Massey cv Brachiaria

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