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  • INR - Enviar a amigo
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  • ACESSO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS OU INCAPACIDADE AO PROCESSO DE RECONHECIMENTO, VALIDAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS (RVCC)
    exigências das pessoas com deficiências ou incapacidade que acolhe b Constituição de equipa técnico pedagógica multidisciplinar integrando as valências técnicas que permitam assegurar o desenvolvimento do processo de RVCC para os adultos a que este se dirige ou sempre que não seja possível devem estabelecer se acordos de parceria com entidades competentes que operam localmente para apoiarem de forma especializada a equipa constituída c Localização e acessibilidades adequadas de forma a garantir o acolhimento dos públicos alvo sem prejuízo do recurso à constituição de parcerias d Aprovação de plano estratégico de intervenção compatível com as especificidades dos seus destinatários e Emissão de parecer favorável da Comissão de Acompanhamento a que se refere o n º 14 6 A certificação das entidades formadoras a que se refere a alínea b do n º 3 fica sujeita ao regime aplicável nos termos da legislação em vigor devendo a mesma ser comunicada à Comissão de Acompanhamento prevista no n º 14 7 O desenvolvimento do processo de RVCC nos Centros Novas Oportunidades previstos na alínea a do n º 3 e das ofertas de educação e formação de adultos objecto do presente despacho fica sujeito sempre que se dirija a pessoas com deficiências ou incapacidade e com as necessárias adaptações ao disposto nas alíneas a b c e no âmbito do processo de RVCC na alínea d do nº 5 devendo em qualquer caso ser comunicado o início da actividade à Comissão de Acompanhamento prevista no número14 8 O desenvolvimento do processo de RVCC e das ofertas de educação e formação de adultos objecto do presente despacho suporta se no Referencial de Competências Chave para a Educação e Formação de Adultos aplicável cuja operacionalização é sujeita a adequação por meio de um Instrumento de Referência dirigido a pessoas com deficiências ou incapacidade em função do tipo ou natureza da deficiência ou incapacidade e em conformidade com os números seguintes 9 O Instrumento de Referência a que se alude no número anterior é validado pelo organismo público competente para o desenvolvimento e gestão da rede de Centros Novas Oportunidades e a coordenação das ofertas de educação e formação de adultos nos termos da legislação em vigor e por aquele disponibilizado para aplicação em todo o território nacional 10 A aplicação do Instrumento de Referência validado nos termos do número anterior está sujeita a um período experimental mínimo de seis meses a definir pelo organismo competente para o desenvolvimento e gestão da rede de Centros Novas Oportunidades e a coordenação das ofertas de educação e formação de adultos nos termos da legislação em vigor findo o qual a Comissão de Acompanhamento a que se refere o n º 14 elabora um relatório com a identificação dos resultados alcançados e das limitações eventualmente detectadas e a apresentação das propostas de melhoria que se considerem adequadas 11 A concepção e produção de outros materiais e recursos de apoio que se revelem necessários para o desenvolvimento do processo de RVCC e das ofertas de educação e formação de

    Original URL path: http://www.inr.pt/bibliopac/diplomas/2_d_2007_29176_mtss_me.htm (2016-01-01)
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  • CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
    os portadores de deficiência e de apoio às suas famílias a desenvolver uma pedagogia que sensibilize a sociedade quanto aos deveres de respeito e solidariedade para com eles e a assumir o encargo da efectiva realização dos seus direitos sem prejuízo dos direitos e deveres dos pais ou tutores 3 O Estado apoia as organizações de cidadãos os portadores de deficiência Artigo 74 º 1 Ensino 1 Todos têm direito ao ensino com garantia do direito igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar 2 Na realização da política de ensino incumbe ao Estado a Assegurar o ensino básico universal obrigatório e gratuito b Criar um sistema publico e desenvolver o sistema geral de educação pré escolar c Garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo d Garantir a todos os cidadãos segundo as suas capacidades o acesso aos graus mais elevados do ensino da investigação cientifica e da criação artística e Estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino f Inserir as escolas nas comunidades que servem e estabelecer a interligação do ensino e das actividades económicas sociais e culturais g Promover e apoiar o acesso dos cidadãos portadores de deficiência ao ensino e apoiar o ensino

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  • Publicação do mês - Publicação de Janeiro 2010 - INR
    foi editada no âmbito da Exposição Comemorativa do Bicentenário de Louis Braille organizada pela Biblioteca Nacional de Portugal e patente ao público de 25 de maio a 27 de Junho de 2009 Aborda o percurso dos deficientes visuais relativamente às questões da acessibilidade à educação e à cultura desde o advento do século XX ao começo do século XXI e descreve a vida e obra de diversas personalidades que se distinguiram na educação ensino e defesa dos direitos das pessoas cegas De entre as referidas personalidades destacam se Louis Braille autor da escrita Braille Albuquerque e Castro fundador da imprensa Braille e José Branco Rodrigues humanista que dedicou a sua vida à causa da promoção dos direitos das pessoas com deficiência visual promovendo a sua educação e valorização profissional destacando se da sua obra a fundação do Instituto de Cegos Branco Rodrigues A mesma refere ainda as instituições vocacionadas para a educação ensino e formação profissional das pessoas cegas tais como o Asilo de Cegos de Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide as oficinas Branco Rodrigues o Instituto de Cegos Branco Rodrigues e o Centro Helen keller Aborda se também a actividade do Gabinete de Referência Cultural GRC da Câmara Municipal de Lisboa bem como a Área de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Nacional de Portugal Por último é apresentado o roteiro da exposição com indicação de monografias e periódicos e dos diversos instrumentos e materiais didácticos que ao longo dos tempos têm vindo a ser utilizados para ensinar e produzir Braille Outros recursos sobre este tema disponíveis na Biblioteca do INR I P selecção de referências ordenadas por ordem cronológica decrescente The braille code past present future dossier The Educator 21 2 Jan 2009 p 5 37 A inserção sócio profissional e a qualidade de vida

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  • Publicação do mês - Publicação de Dezembro 2009 - INR
    284 Abr Jun 2009 p 25 28 Cuidados continuados evoluir no cuidar Miguel Trincadeiro Nuno Lopes Sofia Marques Hospitalidade Lisboa 73 284 Abr Jun 2009 p 12 17 Dependencia un nuevo derecho para todos dossier Minusval Madrid 161 Ene Feb 2007 p 11 58 Discapacidad envejecimiento y dependencia el papel de las tecnologías Francisco Alcantud Marin Carlos Sotos Portalés s l Universitat de València 2007 178p Ley 39 2006 de 14 de diciembre de Promoción de la Autonomia Personal y Atención a las Personas en Situación de Dependencia Madrid Instituto de Mayores y Servicios Sociales 2007 109p Relatório de monitorização da implementação das experiências piloto da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados RNCCI Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados Lisboa ed do A 2007 3 v Relatório de monitorização da implementação das experiências piloto da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados RNCCI Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados resumo Lisboa ed do A 2007 35 f Calidad y dependencia grados de dependencia y necesidad de servicios coordinacion de Juan Manuel Duque Adela Mateo Madrid Instituto de Migraciones y Servicios Sociales 2007 73p Documentos Documentos Técnicos 9 Institucionalización y dependencia Instituto de Mayores y Servicios Sociales Madrid ed do A 2006 97p Estudios Série Dependencia El sistema nacional de dependencia evaluación de sus efectos sobre el empleo informe de síntesis Instituto de Mayores y Servicios Sociales Madrid ed do A 2006 103p Estudios Série Dependencia Personnes âgées dépendantes bâtir le scénario du libre choix second rapport de la mission Prospective des équipements et services pour les personnes âgées dépendantes conduite par Stéphane Le Bouler Paris Centre d Analyse Stratégique 2006 2 v Projecto de apoio e assessoria à implementação de um modelo de rede de cuidados continuados integrados e progressivo desenvolvimento dos serviços comunitários de proximidade em Portugal para promoção e desenvolvimento e cuidados de saúde e apoio social a pessoas em situação de dependência relatório final da fase I de diagnóstico da situação actual Gesaworld s l s n 2005 294p Prevencion de la dependencia y promoción de la autonomia estudio sobre el incremiento de necesidades y el descenso de calidad de vida en el proceso de envejecimiento prematuro de las personas con discapacidad 2005 2006 António León Aguado Diaz M Ángeles Alcedo Rodríguez Yolanda Fontanil Gómez s l Universidad de Oviedo 2006 211p Prospective des besoins d hébergement en établissement pour les personnes âgées dépendantes premier volet détermination du nombre de places en 2010 2015 et 2025 Stéphane Le Bouler Paris Commissariat Général du Plan 2005 100p Atencion à las personas en situación de dependencia en España libro blanco dirección de Ángel Rodriguez Castedo Madrid Instituto 2005 4 v Hacia un sistema nacional de la dependencia dossier Minusval Madrid 31 150 Mar Abr 2005 p 21 37 La prise en charge des personnes âgées dépendantes dans leur dernière période de vie enjeux et pistes de réflexion pour l État Groupe de projet GESTE Paris Commissariat Général du Plan 2005 44p Les Cahiers du Plan 1

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  • Publicação do mês - Publicação de Outubro 2009 - INR
    de Outubro 2009 Doenças Raras de A a Z 40 médicos portugueses apresentam 47 doenças raras Recordamos que salvo menção expressa as publicações aqui divulgadas não são edição do INR IP Trata se sim de publicações existentes na Biblioteca do INR IP onde podem ser requisitadas por empréstimo O livro Doenças Raras de A a Z foi organizado pela FEDRA Federação de Doenças Raras de Portugal em colaboração com especialistas da área das doenças raras A FEDRA é uma Federação presidida pela Raríssimas Associação de Deficiências Mentais e Raras que pretende dar voz às inúmeras associações de doentes com patologias raras que desta forma lutam por uma mesma causa apoiando não só doentes bem como familiares e amigos A FEDRA integra várias associações tais como a Associação Raríssimas Associação de Spina Bífida e Hidrocefalias de Portugal Associação de Leucemias e Linfomas Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger Associação de Síndrome de Rett e Associação de Retinopatias de Portugal Esta parceira é relevante para colmatar as várias lacunas no conhecimento e esclarecimento científico das doenças Este livro onde são apresentadas por especialistas várias doenças raras de A a Z é um instrumento de referência para todos os que se interessam pela causa das doenças raras e raríssimas constituindo uma grande ajuda para desbravar estas patologias ainda envoltas em enormes dificuldades de diagnóstico enormes dificuldades de tratamento Outros recursos sobre este tema disponível na Biblioteca do INR I P selecção de referências ordenadas por ordem cronológica decrescente The voice of 12 000 patients experiences and expectations of rare disease patients on diagnosis and care in Europe a report based on the EurordisCare2 and EurordisCare3 surveys s l Eurordis 2009 323p il Guía de las enfermedades neuromusculares información y apoyo à las famílias Federación Española de Enfermedades Neuromusculares Alcalá La Real Jaén ed

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  • Publicação do mês - Publicação de Setembro 2009 - INR
    da escrita No volume I são dadas orientações para que se desenvolva na criança com dislexia e disortografia a leitura e a escrita São apresentados exercícios em material manipulável e prático que constituem um recurso prático e integrado no processo de reeducação que irão permitir uma evolução satisfatória à criança e seus pais No volume II é apresentado o material didáctico de suporte ao processo de reeducação Esta obra pretende ser uma ajuda preciosa na forma como se pode trabalhar com crianças com dificuldades específicas da aprendizagem da leitura e da escrita ajuda a desmistificar os preconceitos relativos à temática da dislexia e contribui para que a criança possa ser ajudada favorecendo a sua auto estima Outros recursos sobre este tema disponível na Biblioteca do INR I P selecção de referências ordenadas por ordem cronológica decrescente posteriores a 2000 Dysléxie dysortographie dyscalculie bilan des données scientifiques Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale Paris ed do A 2007 4 v Expertises collectives A escrita e as TIC em crianças com dificuldades de aprendizagem um ponto de encontro Jorge Lavoura dos Santos Braga Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho 2006 2v Dissertação de Mestrado em Educação Especial na área de especialização em Dificuldades de Aprendizagem apresentada ao Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho sob a orientação do Prof Dr Luís de Miranda Correia e do Dr Manuel González Piñeiro Dislexia da teoria à intervenção Paula Teles Diversidades Funchal 4 12 Abr Jun 2006 p 4 15 Dislexia como identificar como intervir Paula Teles Revista Portuguesa de Clínica Geral 20 2004 p 713 730 Manual de dificultades de aprendizaje Maria del Rosario Ortiz Gonzalez Madrid Pirámide 2004 210p Psicologia Pedagogia Programas de intervención con disléxicos diseño implementación y evaluación Paula Outón Oviedo Madrid

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  • Publicação do mês - Publicação de Junho 2009 - INR
    humanos e ou materiais disponíveis Embora exista ampla concordância de que a acessibilidade tem que ser implementada em todos os níveis da vida quotidiana e predisposição para apoiar uma abordagem de Design for All a realidade demonstra que a maioria das pessoas não sabe o que isso significa e que muito poucas pessoas se sentem capazes de realizar as etapas de forma pró activa no sentido de obter resultados concretos A nível de conteúdo o guia ilustra situações em que as administrações podem intervir na incorporação das abordagens do Design for ALL e sugere estratégias de acção de acompanhamento e comunicação dos resultados Devido a diferenças históricas políticas e culturais existentes em toda a Europa estas estratégias têm de ser suficientemente flexíveis para serem adaptadas às especificidades locais regionais ou nacionais O CEA para Administrações de 2008 mostra mais uma vez as bem sucedidas sinergias e inter relacionamento entre o Conselho da Europa e a EUCAN entre a organização europeia de direitos humanos e a rede de peritos em acessibilidade que visa melhorar a qualidade de vida e a promoção da participação das pessoas com deficiência na Europa Esta é uma publicação do INR I P Outra bibliografia sobre este tema disponível na Biblioteca do INR I P Projectar e construir com acessibilidade Decreto Lei n 163 2006 de 8 de Agosto normas técnicas para melhoria da acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada Jorge Falorca Sílvia Gonçalves Coimbra ed do A 2008 219p i Acessibilidade e mobilidade para todos apontamentos para uma melhor interpretação do DL 163 2006 de 8 de Agosto coordenação de Paula Teles Lisboa Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência 2007 276p il Desenho urbano e mobilidade para todos coordenação de Paula Teles e Pedro Ribeiro da Silva Aveiro Associação Portuguesa de

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