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  • Ordem directa e ordem inversa - Controvérsias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    ênfase ou de rima Luís de Camões verteu e inverteu o melhor português de que há memória Frederico Leal também admite no entanto com o verbo aparecer a ordem directa se houver complemento circunstancial de tempo a nova revista apareceu nas bancas a 20 de Janeiro Para facilitar a discussão aceitemos então esta regra Assim a frase já não seria um anglicismo se José Mário Costa tivesse acrescentado a data em que saíra a publicação Uma nova revista destinada aos tempos livres apareceu imaginemos em 30 de Setembro nas bancas portuguesas com rubricas como cinema teatro artes livros música o habitual Se lermos o texto com atenção poderemos considerar que o complemento de tempo está subentendido O autor sugere tratar se de edição recente uma nova revista Por isso na eventualidade de desconhecer a data exacta da publicação não acrescentou Uma nova revista apareceu recentemente As palavras nova e recentemente demasiado próximas poderiam criar alguma redundância Portanto mesmo aceitando a regra sugerida por Frederico Leal aparecer complemento circunstancial de tempo na ordem directa frase portuguesa podemos considerar portuguesa a estrutura da frase em causa E pelo mesmo motivo também é portuguesa a frase Um novo programa foi para o ar no canal televisivo português SIC no passado 30 de Setembro Ou seja foi para o ar nesta acepção significa apareceu Dissipam se pois quaisquer dúvidas Frederico Leal admite a ordem directa com o verbo aparecer desde que exista complemento de tempo e nesta frase de José Mário Costa o complemento 30 de Setembro está explícito Termino citando Celso Cunha e Lindley Cintra Nova Gramática do Português Contemporâneo Sá da Costa 13 ª edição 166 embora em vários casos a tendência da língua seja manifestamente pela inversão verbo sujeito em quase todos eles é possível e perfeitamente correcta a construção sujeito

    Original URL path: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/controversias/ordem-directa-e-ordem-inversa/1095 (2015-11-27)
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  • Boas festas, caros consulentes! - Controvérsias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    por hífen Boa noite é um vocábulo composto que vale o mesmo que noitibó Variante boa noute Segundo o autor do Tratado de Ortografia não se faz a união com hífen destes adjectivos e destes substantivos nas frases em quedesejamos boas festas boas entradas boas vindas ou bom dia ex boasentradas Francisco porque constituem mera associação de umadjectivo e um substantivo o primeiro em normal concordância com osegundo Em frases como dar as boas festas enviar um cartão de boas festas etc tais palavras já se unem desse modo porque formam um composto Ex Pedro deu as boas noites ao pai Manuel deu asboas vindas ao Francisco Eis o fundamento da resposta que assinei em Junho de 1997 Bom dia Maria No tratado de Rebelo Gonçalves quanto a esta destrinça baseiam setambém alguns prontuários como o de D Silvas Filho consultor deCiberdúvidas Outra opinião todavia tem o professor José Neves Henriques que muitome tem ensinado e faz o favor de me distinguir com a sua estima Mas apolémica não é comigo É com Rebelo Gonçalves Ou melhor com o Tratado Ortográfico que nos legou Noitibó o mesmo que boa noite ave Do latim noctivulu que voa de noite Texto Editora Lisboa 1998 Sobre o autor João Carreira Bom João Carreira Bom 1945 2002 foi um jornalista e cronista português que trabalhou para o Diário de Notícias e participou nas redações de O Século Expresso e da revista Sábado Destacou se também por ser contista atividade que o levou a publicar em 1965 o livro de contos Subgente Fundador com José Mário Costa do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Textos Relacionados Crânio Consultório 1998 11 23 Islamita e não islamista Consultório 1997 06 01 Rubricas Acordo Ortográfico Controvérsias

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  • A língua muda «toda» de 50 em 50 anos? - Controvérsias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    estende se depois a outro tema Ciberdúvidas não atende à legítima diversidade de fonias das diversas regiões do País Em que respostas se fundamenta Não se dignou especificar nenhuma O último parágrafo de CSF atinge a grosseria Penso que Ciberdúvidas é útil como registo das dúvidas dos falantes embora muitas delas sejam já velhas de pelo menos 50 anos e as respostas continuem a ser as mesmas Dizia Vasco Botelho do Amaral já lá vai meio século que homens inteligentes era coisa um pouco rara entre puristas e gramáticos valha a verdade Quando reduz a utilidade do nosso trabalho ao registo das dúvidas dos falantes CSF poderia ter sido mais coerente com afirmação tão categórica para comunicar connosco em vez de utilizar a escrita dever nos ia ter telefonado ou enviado a fala em fita magnética Se a escrita não tem importância nem suscita dúvidas para quê utilizá la CSF não se contenta com o facto de a língua registar mutações todos os dias Quer que ela todos os dias mude toda Ou afinal admitirá que ela muda totalmente mas só de ano a ano Ou de dez em dez anos Talvez eu exagere ele fala em meio século Segundo CSF de meio em meio século muda a totalidade dos elementos que constituem a língua e no meio século seguinte já não há vestígios do meio século anterior Para se exprimir com inteligência tão reveladora CSF não precisa de ser purista nem gramático Cf o contraponto desta controvérsia Sobre o autor João Carreira Bom João Carreira Bom 1945 2002 foi um jornalista e cronista português que trabalhou para o Diário de Notícias e participou nas redações de O Século Expresso e da revista Sábado Destacou se também por ser contista atividade que o levou a publicar em 1965 o livro

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  • O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    romance Homem de leis perdido nos trópicos procura senhora honesta onde o autor discorre sobre essa praga nacional multiusos que serve tanto para enternecer como para amesquinhar Manteve se a grafia original anterior ao Acordo Ortográfico de 1990 28 de setembro de 2015 28 set 2015 787 Ver mais Que me deiam um livro Por Edno Pimentel Crónica de Edno Pimentel publicada no semanário luandense Nova Gazeta do dia 17 09 2015 a respeito dos usos do português de Angola desta feita centrando se no verbo irregular dar cujo presente do conjuntivo apresenta as formas dê dês dê dêmos deis dêem e não deia deias deia como por vezes erradamente se ouve dizer Manteve se a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola a qual é anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa 17 de setembro de 2015 17 set 2015 841 Ver mais A noção jurídica de refugiado Por Miguel Faria de Bastos Do ponto de vista jurídico o que é um emigrante um imigrante e um migrante E o que distinguem estes conceitos do temo refugiado como se quis saber e respondeu neste esclarecimento a propósito de um reparo do alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados António Guterres segundo o qual a Europa vive presentemente uma crise de refugiados e não de migrantes como vem sendo descrito nos media portugueses Comentário elaborado pelo jurista e consultor do Ciberdúvidas Miguel Faria de Bastos 14 de setembro de 2015 14 set 2015 889 Ver mais As 10 expressões mais curiosas usadas pelos portugueses Texto publicado no portal Vortex Magazine que em tom jocoso apresenta o que pode ser o uso de algumas expressões idiomáticas em Portugal 11 de setembro de 2015 11 set 2015 4K Ver mais E se isse à escola Por Edno Pimentel Se eu isse se eu ir não as formas corretas são respetivamente se eu fosse e se eu for À volta dos usos do português de Angola o texto que se segue aborda as conjugações dos verbos irregulares ser e ir dando particular atenção às formas do imperfeito e do futuro do conjuntivo Crónica de Edno Pimentel publicada no semanário luandense Nova Gazeta do dia 10 09 2015 11 de setembro de 2015 11 set 2015 822 Ver mais Anterior Página 2 Seguinte FAÇA O SEU DONATIVO Rubricas Acordo Ortográfico Controvérsias Ensino Lusofonias O nosso idioma Pelourinho Áreas temáticas A arte do uso da linguagem A língua portuguesa vista por estrangeiros Acordo Ortográfico Aportuguesamento de termos estrangeiros Ciência e tecnologia Concordância Curiosidades Dicionários Emprego do hífen Ensino Escritores e poetas Estrangeirismos Evolução semântica Expressões idiomáticas frases feitas Fonética Frases populares Género Gerundismo Gírias História da Língua Histórias de palavras Interpretação dos provérbios Léxico Linguística Literatura Livros Neologismos O português do Brasil O português em Angola O português em Moçambique O português em Timor O português na CPLP O português nos 8 países da CPLP O português língua científica O uso e abuso da língua inglesa Onomástica Ortofonia Pontuação Português do Brasil vs

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  • Unidades maltratadas - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    também aparece muitas vezes na forma escrita Por outro lado a grama é um termo usado no Brasil para designar a relva O símbolo do grama é g O símbolo do quilómetro A unidade de comprimento é o metro que tem variados múltiplos e submúltiplos nem sempre usados da melhor forma O mais maltratado é sem dúvida o quilómetro cujo símbolo é km embora muitos jornais e os canais de televisão sejam pródigos em representá lo por Km Ainda há poucos anos o próprio Código da Estrada e a sinalização rodoviária cometiam generosamente este erro mas felizmente já o corrigiram O prefixo quilo tem como símbolo um k minúsculo para que não se confunda com o símbolo do Kelvin unidade de temperatura absoluta que é K O símbolo do minuto de tempo Referimo nos aqui ao minuto de tempo o dos relógios mas também há o minuto de ângulo dito minuto de arco Persiste o hábito errado de representar o símbolo do minuto como m No entanto para que conste escrever 12 m só pode ser lido como doze metros Há também quem queira representar os minutos de tempo pelo símbolo e os segundos por mas estes símbolos têm outra função referem se respectivamente ao minuto de arco e ao segundo de arco utilizados na medição de ângulos sendo 1º 60 3600 Este erro aparece principalmente em dois tipos de utilizadores no mundo do desporto e no mundo da música Nos desportos e nos jornais desportivos escrevem que um atleta completou a prova em 3 20 quando deveriam escrever 3 min 20 s Na música não é raro vermos escrito que a canção X tem a duração de 2 38 quando deveriam grafar 2 min 38 s Os graus centígrados A temperatura Celsius é correntemente utilizada nos órgãos de comunicação social sobretudo para nos dizerem se vai estar bom tempo ou se precisamos de nos agasalhar mais Mas não é correcto dizer prevê se a temperatura máxima de dezoito graus centígrados pois na terminologia correcta são dezoito graus Celsius 18 ºC E 18 ºC também não se devem escrever numericamente como 18 º C pois os símbolos º e C formam um símbolo único e devem ficar sempre juntos um do outro O autor não segue o Acordo Ortográfico de 1990 Fontes de informação complementar Guilherme de Almeida Como utilizar corretamente símbolos e nomes de unidades Sul Informação 11 09 2013 Guilherme de Almeida Afinal como é e como se escreve um bilião Sul Informação 23 08 2013 Guilherme de Almeida Sistema Internacional de Unidades Lisboa Plátano Editora 2002 Le Système international d unités 8 ª edição Organisation intergouvernementale de la Convention du Mètre 2006 Decreto Lei n 427 83 de 7 de Dezembro Decreto Lei n º 238 94 de 19 de Setembro Sistema de Unidades de Medida Legais para todo o território português Declaração de rectificação n º 2 95 de 31 de Janeiro Rectificação de inexactidões do Decreto Lei nº 238 94 Decreto Lei n º 254

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  • Sistema Internacional de Unidades (SI) - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    definições símbolos unidades SI terminologia e dimensões Inclui também as recomendações internacionais relativas às unidades de medida e seus símbolos e dá indicações concretas sobre o uso de números e notações simbólicas índices gráficos e tabelas etc Incluem se também um glossário metrológico factores de conversão de unidades 12 apêndices e mais de 450 notas auxiliares É ainda complementado por um índice alfabético com mais de 650 referências Uma obra de consulta útil a engenheiros professores estudantes jornalistas etc Recomendado pela Sociedade Portuguesa de Física Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Atualidades Montra de Livros Notícias Textos Relacionados Unidades maltratadas O nosso idioma 2015 11 25 Símbolos de unidades Consultório 2003 10 24 Expressões latinas e diversos Consultório 2002 03 01 Símbolos mais uma vez Consultório 2001 06 26 Livros Recentes Ver Todos O Livro dos Provérbios 1 Gramática Derivacional do Português Pronunciação de Verbos Portugueses Em português se faz favor Pares Difíceis da Língua Portuguesa 500 Erros mais Comuns da Língua Portuguesa Peregrinação Dicionário de Erros Frequentes da Língua Puxar a Brasa à Nossa Sardinha Gramática Descomplicada Quem Somos Este é um espaço de esclarecimento informação debate e promoção da língua

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  • A grafia (diferente) das abreviaturas e dos símbolos - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    a grandeza escrevem se com um espaço de intervalo exs 10 min 15 ºC Exemplos Elemento unidade Símbolo prata Ag ouro Au litro L quilograma kg quilómetro km metro m centímetro cm hora h segundo s grau Celsius ºC grau Fahrenheit ºF As abreviaturas admitem flexão em género e em número p ex eng ª n os enquanto os símbolos permanecem invariáveis p ex 25 L 75 kg 35 cm 3 h 30 ºC As regras e a lista das unidades e símbolos mais correntes aqui e aqui Sobre a autora Maria Regina Rocha Maria Regina Rocha licenciada em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa mestrado em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e doutoranda na mesma professora na Escola Secundária José Falcão em Coimbra larga experiência pedagógica no ensino politécnico Escola Superior de Educação de Coimbra onde lecionou várias disciplinas na área da Língua Portuguesa Coautora entre outros livros de Cuidado com a Língua Assim é que é falar 201 perguntas respostas e regras sobre o português falado e escrito e A Gramática Português 1 º Ciclo Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Textos Relacionados Unidades maltratadas O nosso idioma 2015 11 25 As abreviaturas de senhor a excelentíssimo a e Vossa Excelência Consultório 2015 11 16 Abreviatura de número Consultório 2015 10 07 Um tropeção na metereologia ainda mais macroscópico Pelourinho 2015 06 14 O que excessivo em frase com valor temporal Consultório 2012 05 04 Sobre o símbolo de hora h Consultório 2011 07 06 Desclassificar vs desqualificar Consultório 2006 03 08 2 º não é a mesma coisa que 2 º Pelourinho 2005 01 19 Expressões latinas e diversos Consultório 2002 03 01 Símbolos mais uma vez Consultório 2001

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  • Sobre agradeço e obrigado - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Textos Relacionados Obrigado eu O nosso idioma 2015 04 11 A fórmula de agradecimento bem haja m Consultório 2014 10 08 De nada obrigado Consultório 2006 06 30 Obrigado a e obrigados as Consultório 2003 03 18 Origem do termo de agradecimento Consultório 1999 12 15 1 Obrigado obrigada Controvérsias 1998 04 22 Rubricas Acordo Ortográfico Controvérsias Ensino Lusofonias O nosso idioma Pelourinho Áreas temáticas A arte do uso da linguagem A língua portuguesa vista por estrangeiros Acordo Ortográfico Aportuguesamento de termos estrangeiros Ciência e tecnologia Concordância Curiosidades Dicionários Emprego do hífen Ensino Escritores e poetas Estrangeirismos Evolução semântica Expressões idiomáticas frases feitas Fonética Frases populares Género Gerundismo Gírias História da Língua Histórias de palavras Interpretação dos provérbios Léxico Linguística Literatura Livros Neologismos O português do Brasil O português em Angola O português em Moçambique O português em Timor O português na CPLP O português nos 8 países da CPLP O português língua científica O uso e abuso da língua inglesa Onomástica Ortofonia Pontuação Português do Brasil vs Português europeu Português língua técnica e científica Pragmática Regionalismos Tabuísmos toponímia Unidade e diversidade da língua Uso e norma

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