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  • A propósito de dicção, norma-padrão e regionalismos - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    locução seja de Castro Laboreiro extremo norte do Minho de Vila Nova de S Bento Alentejo ou de Lagoa S Miguel procure sempre dominar a variedade padrão porque fazendo nossas as palavras do consulente em causa ver mais acima quer ser levado a sério pelo público Mas se a norma padrão é inegavelmente uma parte essencial da definição e afirmação da língua portuguesa não será que estamos também a empobrecer o idioma quando não consideramos ou censuramos a sua variação no território nacional já não falo das muitas incompreensões decorrentes da variação nos outros países onde se fala o português Perante regionalismos fonéticos que a pronúncia padrão exclui como sejam a chamada confusão de v com b betacismo o s de Viseu fricativas apicoalveolares a monotongação de ei em ê em grande parte do Portugal meridional lête em vez de leite ou a palatalização das vogais micaelenses entre elas o u à francesa como em früta em vez de fruta ainda iremos a tempo de reagir de outro modo e escutá los com maior apreço 1 Nos estudos linguísticos também se usa ou prefere pronunciação mas emprego o termo pronúncia que tem tradição nos discursos prescritivo e descritivo a respeito da língua portuguesa conforme se pode verificar por exemplo no texto das Bases Analíticas do Acordo Ortográfico de 1945 ou mais recentemente na Gramática do Português Fundação Calouste Gulbenkian 2013 pág 87 2 Recorde se que Celso Cunha e Lindley Cintra na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo Lisboa Edições João Sá da Costa 1984 pág 10 definem norma como conjunto dos usos linguísticos das classes cultas da região de Lisboa Coimbra Mais de duas décadas depois Fernando Brissos Linguagem do sueste da Beira no tempo e no espaço tese de doutoramento Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 2011 considera que são as variedades de Lisboa que determinam ou condicionam o processo padronizador e normativo Afastamo nos da tradição na definição de norma linguística portuguesa ou seja do que é o português padrão Norma não corresponderá neste trabalho à s variedade s falada s pelas classes cultas de entre Lisboa e Coimbra mas sim à s variedade s falada s e difundida s nos media ou outros trabalhos culturais de referência pelas classes cultas da própria Lisboa e bem assim da sua área metropolitana É uma definição que corresponde ao crescente centralismo na capital que o país sofre e à crescente importância dos produtos culturais aí filados com algum destaque para a televisão como meio de estandardização etnográfica No plano da descrição fonética igualmente António Emiliano em Fonética do Português Europeu Descrição e Transcrição Lisboa Guimarães Universitária 2009 pág 4 identifica o padrão com a variedade ou variedades de Lisboa e da sua região O português standardizado de Lisboa que se pode referir genericamente como português europeu centro meridional standardizado em virtude de circunstâncias históricas e sociais diversas constituiu se como norma padrão europeia de facto prestigiado difundido pelas universidades pelos meios de comunicação pelos órgãos da Administração Central

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  • Carlos Rocha - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    a Coimbra 20 de novembro de 2015 20 nov 2015 589 Ver mais O nosso idioma Frente a frente ortografia morfologia e um pouco de história recente Por Carlos Rocha Em Portugal com as eleições legislativas no horizonte em 4 de outubro de 2015 é manifesta a hesitação dos media na grafia de frente a frente quando pretendem fazer referência aos debates televisivos a dois da campanha eleitoral Convém portanto referir que no quadro do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa AO a locução escreve se sem hífen Mais controverso é o respetivo plural 3 de setembro de 2015 3 set 2015 870 Ver mais O nosso idioma Cluster um anglicismo intraduzível Por Carlos Rocha Como termo de certas áreas especializadas o anglicismo cluster não é nenhuma novidade aparece há alguns anos em português tal como sucede noutras línguas românicas por exemplo espanhol ou francês Disto mesmo dão prova os dicionários monolingues em linha que já registam a palavra definindo a genericamente como aglomerado de coisas semelhantes ver cluster no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa Estas fontes incluem ainda os usos de cluster nos âmbitos cientifico e técnico em linguística grupo de duas ou mais consoantes seguidas em informática unidade de armazenamento num disco ibidem ver também o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora disponível na Infopédia Igualmente na informática cluster pode também intrometer se no discurso em português com outra aceção possível em inglês conglomerado de computadores Dicionário Inglês Português da Porto Editora na Infopédia 31 de julho de 2015 31 jul 2015 612 Ver mais O nosso idioma Uma possibilidade estilística do código literário Por Carlos Rocha A repetição de dois sinais de dois pontos na mesma frase é ou tem sido possível pelo menos em textos literários embora se trate de um uso muito marginal que a

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  • José Mário Costa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    com toda a capitalização que já está lá feita na TAP Ou seja basta se amanhã for incumprido um dos áitems do contrato Miguel Pinto Luz secretário de Estado das Infraestruturas Transportes e Comunicações no programa Prós e Contras RTP1 16 11 2015 18 de novembro de 2015 18 nov 2015 1K Ver mais Controvérsias Para haver bom senso só falta um hífen Por José Mário Costa Relacionado com o apontamento que subscrevi aqui a propósito da grafia errada de bom senso com hífen no título de uma conferência sobre ortografia promovida pelo Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Língua Portuguesa da Academia das Ciências de Lisboa foi publicado um assim intitulado parecer académico da autoria individual de Ana Salgado recém nomeada membro da ACL Não na respetiva página oficial mas no Pórtico da Língua Portuguesa iniciativa também de recente data e da responsabilidade pessoal da própria Ana Salgado em sociedade com editora portuense Edita me 6 de novembro de 2015 6 nov 2015 697 Ver mais Pelourinho Ortografia sem bom senso Por José Mário Costa Convenhamos que é no mínimo surpreendente um erro destes no anúncio de um colóquio pretensamente científico sobre a ortografia 30 de outubro de 2015 30 out 2015 972 Ver mais Pelourinho As gralhas gralhas e as outras Por José Mário Costa Um jornal sem gralhas dizia se nos tempos anteriores à informatização das redações e das tipografias de composição a chumbo é como um jardim sem flores Só que sempre houve gralhas gralhas por exemplo lapsos de teclagem trocas de letras na pressa do fecho da edição distrações ocasionais e gralhas resultantes de manifesta ignorância 20 de outubro de 2015 20 out 2015 826 Ver mais Pelourinho Nada de encontros só encontrões Até na Caála Por José Mário Costa Peixeirada de baixo nível foi

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  • «Simpatizei"-me" com ela» - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    que todos saibamos disso se possível para que nos possamos posicionar conforme as circunstâncias da comunicação As normas não querem saber das nossas simpatias pelas coisas A gramática não encara as coisas com amor Não há subjectivismos Os registos normativos actuais da língua portuguesa dão conta de que as pessoas se devem simpatizar com outras pessoas porque simpatizar não é um verbo que apresente a conjugação pronominal Pode até soar giro dizer simpatizei me com aquela moça mas isso constitui à luz dos preceitos reguladores da língua uma incorrecção As pessoas não se simpatizam com alguém simplesmente simpatizam com alguém Simpatizar sem o pronome se reflexo quer dizer ter simpatia por algo ou alguém sentir afeição inclinação ou interesse por alguém Portanto a forma correcta deve ser simpatizei com ela e não simpatizei me com ela 1 bebe e me deixa gasosa ou refrigerante em garrafa de meio litro ou mais cf nota 19 de Um cubico sem aspas 2 magoga sandes de frango frito cf nota 17 idem 3 baúca lugar pouco cómodo no candogueiro táxi e geralmente tem um preço mais reduzido que os demais lugares do candongueiro Teresa Camacha Costa Umbundismos no Português de Angol a tese de doutoramento Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa 2015 pág VII 4 mamoite mãe cf blogue Linguagem Xtru 5 papoite pai cf idem 6 kizango ou quizango tentação encantamento natural Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora em linha na Infopédia 7 ndengue criança rapaz rapariga idem 8 cubico casa muito pequena casebre idem 9 kota ou cota velho 10 malaike ou malaique zangado preocupado coisa que não presta cf nota 11 de Um cubico sem aspas 11 banzelo provavelmente de banzelar pensar matutar cf nota 15 idem Fonte Crónica da autoria de Edno Pimentel e

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  • Edno Pimentel - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    ainda mais a cultura porque não fazer parte da família vocabular Pergunta Edno Pimentel em crónica que junta algumas reflexões s obre o português do Brasil em confronto com a relação entre norma e uso no português de Angola Texto publicado pelo semanário luandense Nova Gazeta em 5 11 2015 18 de novembro de 2015 18 nov 2015 276 Ver mais O nosso idioma Não tenho bilhete de entidade Por Edno Pimentel Diz se que são parónimas as palavras que têm pronúncia semelhante como é o caso de identidade e entidade cuja confusão pode dar origem a erros embaraçosos como bilhete de entidade expressão erroneamente empregada em lugar de bilhete de identidade Tendo como pano de fundo a realidade social e linguística de Angola Edno Pimentel salienta esta confusão muito comum na língua portuguesa numa crónica publicada pelo semanário luandense Nova Gazeta em 29 10 2015 30 de outubro de 2015 30 out 2015 620 Ver mais O nosso idioma A Ary é o cantor mais bem pago em Angola Por Edno Pimentel Em referência a uma mulher se dissermos ou escrevermos ela é a melhor cantora do mundo excluímos os homens que também cantam Mas poderemos formular uma frase como ela é o melhor cantor do mundo querendo dizer que entre mulheres e homens ela é a melhor Eis o tema de uma crónica de Edno Pimentel à volta de um a questão que como no resto da lusofonia também levanta problemas no português de Angola Texto publicado no semanário luandense Nova Gazeta no dia 22 10 2015 no qual se mantém a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa 26 de outubro de 2015 26 out 2015 747 Ver mais Pelourinho Havia várias pessoas e não houveram várias pessoas Por

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  • «Acabaram-se as "fraudas"» - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    parte da família vocabular Ai não Eles só deletam o que de facto não serve Não tampam o sol com a peneira como costumamos tapar aqui Para os brasileiros isso é fácil fáciu Para mim é muito legau legal As abelhas no Brasil produzem mel meu Os nossos bebês usam fraldas mas os do Brasil usam fraldas fraudas Mas não quer dizer que eles estejam a fraudar Não É assim que eles pronunciam o l u quando este forma um encontro consonantal imperfeito fral da o l e o d formam um encontro consonantal que é imperfeito por elas as duas consoantes não pertencerem à mesma sílaba O mesmo acontece quando Alcione está em palco pauco Ela samba e salta sauta se for necessário Não importa se está a ser filmada fiumada Mas nós estamos em Angola Sofremos sim influência dos nossos irmãos E essa é daquelas coisas às quais raramente conseguimos escapar Contudo como ainda não nos normalizamos devemos obedecer a regras certo Sem fraudes com as fraudas dos brasileiros o l na mesma situação não deve ser pronunciado como u Acabam se as fraudas mas não as fraldas N E O autor refere se a uma confusão que alguns falantes brasileiros fazem entre os radicais de tapar e tampar criando tampar Embora se documente esta forma trata se de incorreção mesmo no Brasil Fonte Crónica da autoria de Edno Pimentel e publicada na coluna Professor Ferrão do jornal luandense Nova Gazeta em 5 11 2015 Manteve se a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola a qual é anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa Sobre o autor Edno Pimentel Edno Pimentel é professor do ensino secundário em Luanda e assina no jornal Nova Gazeta a coluna Professor Ferrão sobre os usos da língua portuguesa em Angola

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  • «Não tenho bilhete de "entidade"» - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    estavam à flor da pele Se ainda queres receber o teu bilhete de entidade é melhor teres modos Esta aqui não é a casa da mãe Joana diz a funcionária Ché estás pensar que sou da tua confiança não é retorquiu Ndongala Estão a me apertar na chucha oh Uá ué meu dedo Apertaram o meu dedo na porta ouvia se de dentro da conservatória Dêem me só o meu bilhete e não me voltam a ver aqui insistiu um outro senhor Não me aqueçam a cabeça Já vos disse para virem buscar os vossos bilhetes de entidade na segunda feira repetiu a funcionária Ao que parece no que depender da senhora Ndongala jamais terá o que pretende um bilhete de identidade também conhecido de BI O que ela diz que estará pronto na segunda feira não existe Ou seja existe o bilhete existe entidade e existe também identidade Mas a combinação é bilhete de identidade e não bilhete de entidade BI é o cartão com o número de identificação civil uma fotografia a impressão digital e os dados pessoais do portador A palavra entidade assume se entre outros como um indivíduo que ocupa um lugar considerado importante É sinónimo de individualidade Portanto não são apenas as individualidades ou entidades que têm um bilhete Até mesmo o Ndongala um pacato cidadão do mato tem direito a um bilhete de identidade Fonte Crónica da autoria de Edno Pimentel e publicada na coluna Professor Ferrão do jornal luandense Nova Gazeta em 29 10 2015 Manteve se a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola a qual é anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa Sobre o autor Edno Pimentel Edno Pimentel é professor do ensino secundário em Luanda e assina no jornal Nova Gazeta a coluna Professor Ferrão sobre os usos

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  • Paronímia e sinonímia - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    emigrante e imigrante moral e mural perfeito e prefeito etc b Palavras sinónimas são as que têm o mesmo significado ou significado muito próximo beiço e lábio rosto e cara honesto e honrado bom e bondoso c Paronímia é a qualidade ou a particularidade que determinadas palavras têm de serem parónimas d Sinonímia é a particularidade que algumas palavras têm de serem sinónimas J N H 8 de julho de 1998 8 jul 1998 Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Respostas Consultório Correio Erros mais frequentes Perguntas Não encontra a pergunta que pretende Clique aqui para pesquisar perguntas Se pretende fazer uma nova pergunta clique aqui Textos Relacionados Não tenho bilhete de entidade O nosso idioma 2015 10 30 Perguntas Recentes Ver Todas O significado da sigla SMIDME num vitral do Palácio da Pena Sintra Portugal Bicos de rouxinóis Como abreviar a referência ao género feminino e ao plural em nomes e adjetivos Independentemente advérbio com complemento Rimas interpolada e cruzada num poema de Fernando Pessoa Nomes não deverbais com complemento O contraste semântico entre histórico e historial Sobre a expressão flagrante delitro de Fernando Pessoa A conjunção e e a sua

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