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  • Luís Fernando Veríssimo - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    sua coluna semanal do jornal O Globo de 21 de maio de 2015 Triste o país que tem vergonha da própria língua Fico pensando num corretor de imóveis tendo que mostrar para compradores em potencial um apartamento no edifício Golden Tower ou similar em algum lugar do Brasil Isto é o que nos chamamos de entrance 27 de maio de 2015 27 mai 2015 1K Ver mais O nosso idioma Sobre a proliferação do gerúndio no português do Brasil Por Luís Fernando Veríssimo Existe até um nome para o uso excessivo do gerúndio endorreia escreve Luís Fernando Veríssimo em crónica publicada no Actual do semanário Expresso de 2 Agosto de 2008 intitulada A matutar E propõe nos um dicionário alternativo da língua portuguesa não com o significado que as palavras têm mas com o significado que deveriam ter 8 de agosto de 2008 8 ago 2008 1K Ver mais Antologia Sexa Por Luís Fernando Veríssimo Pai Hmmm Como é o feminino de sexo O quê O feminino de sexo Não tem Sexo não tem feminino Não Só tem sexo masculino É Quer dizer não Existem dois sexos Masculino e feminino E como é o feminino de sexo Não tem feminino Sexo é sempre masculino Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino O sexo pode ser masculino ou feminino A palavra sexo é masculina O sexo masculino o sexo feminino Não devi 10 de novembro de 2005 10 nov 2005 2K Ver mais Antologia Pudor Por Luís Fernando Veríssimo Certas palavras nos dão a impressão de que voam ao saírem da boca Sílfide por exemplo É dizer Sílfide e ficar vendo suas evoluções no ar como as de uma borboleta Não tem nada a ver com o que a palavra significa Sílfide eu sei é o feminino de

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  • Luís Francisco Rebelo - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    Luís Francisco Rebelo Não creio que as classificações acrescentem o que quer que seja à fruição de uma obra de arte seja ela literária ou de outra qualquer natureza mas também não penso que a prejudiquem Por isso ao terminar a leitura de Memorial do Convento ainda sob o império da fascinação que ela me provocou surpreendi me a interrogar que livro é este Que escreveu que quis José Saramago

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  • Manuel Alegre - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    2013 1K Ver mais Antologia Uma língua e diferentes culturas Por Manuel Alegre Língua de viagem e de mestiçagem Rio de muitos rios E talvez pátria de várias pátrias O português de múltiplas tiranias e o português das várias resistências A língua é a mesma Mas não é a mesma É una Mas é diversa são versos de Manuel Alegre dum poema de elogio da língua portuguesa poema este que foi tema da comunicação apresentada no Programa Cultural da Expolíngua em Madrid em março de 2003 8 de fevereiro de 2013 8 fev 2013 2K Ver mais Antologia A música secreta da língua portuguesa Por Manuel Alegre Mas a poesia é também a língua A música secreta da língua Na língua portuguesa essa música é um marulhar contínuo Há só mar no meu país escreveu o poeta Afonso Duarte E um poeta angolano falou da língua portuguesa como língua de viagem e mestiçagem E eu acrescento rio de muitos rios E também pátria de várias pátrias A língua é una Mas é diversa Tanto mais ela quanto mais diferente Tanto mais pura quanto mais impura 8 de setembro de 2010 8 set 2010 1K Ver mais O nosso idioma Lusíada Por Manuel Alegre Desterro desconcerto desatino vai se a vida em palavras transmudada vai se a vida e cantar é um destino página a página de pena e espada Conjura desengano má fortuna oxalá só vocábulos não a escrita não se cinde a vida é una cantar é sem perdão é sem perdão Quebrar a regra nenhum verso é livre outra é a norma e a frase nunca dita lá onde de dizer se é que se vive Cortando vão as naus a curta vida transforma se o que escreve em sua escrita Lusíada é a palavra prometida 22 de

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  • Manuel Bandeira - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    Recife Por Manuel Bandeira Me lembro de todos os pregões Ovos frescos e baratos Dez ovos por uma pataca Foi há muito tempo A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros Vinha da boca do povo na língua errada do povo Língua certa do povo 18 de maio de 2010 18 mai 2010 2K Ver mais Antologia A Camões Por Manuel Bandeira Quando n alma pesar de tua raça a névoa da apagada e vil tristeza busque ela sempre a glória que não passa em teu poema de heroísmo e de beleza Génio purificado na desgraça tu resumiste em ti toda a grandeza poeta e soldado Em ti brilhou sem jaça o amor da grande pátria portuguesa E enquanto o fero canto ecoar na mente da estirpe que em perigos sublimados plantou a cruz em cada continente não mor 14 de julho de 2007 14 jul 2007 1K Ver mais Antologia Poética Por Manuel Bandeira Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr diretor Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo

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  • Manuel Gonçalves da Silva - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    Como é que é possível desenvolver e divulgar um estudo científico sem recorrer a uma metalinguagem rigorosa unívoca e objectiva Não é Eis o tema desta artigo do professor universitário português Manuel Gonçalves da Silva publicado no Diário Económico de 2 de Outubro de 2008 e que a seguir reproduzimos com a devida vénia 12 de outubro de 2008 12 out 2008 2K Ver mais Quem Somos Este é um

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  • Manuel Matos Monteiro - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    de mercado ou capitalismo Em tempos de crise há mais insolvências do que duras falências sobreabundam as amoráveis almofad 20 de fevereiro de 2015 20 fev 2015 1K Ver mais Pelourinho A Internet e a língua um problema de rigor Por Manuel Matos Monteiro Se os dicionários que compramos nas livrarias incorporassem toda a informação dos dicionários electrónicos teríamos de levar um carrinho de supermercado para os adquirirmos Os dicionários via Internet quando não autênticas enciclopédias são úteis por exemplo na consulta de plurais e de conjugações verbais O plural de pêra leva acento E o plural de júnior O condicional do verbo partir na 2 ª pessoa do plural leva acento Onde 16 de agosto de 2010 16 ago 2010 3K Ver mais Pelourinho O economês no seu pior Por Manuel Matos Monteiro No bom jornalismo entre dois sinónimos um que a maioria dos leitores conhece e outro que a maioria dos leitores não conhece opta se sempre pelo mais conhecido Entre dois vocábulos similares um vocábulo em linguagem portuguesa corrente e um vocábulo culto em língua estrangeira só por pedantismo se prefere a fineza do étranger A escrita narcísica exibicionista de uma putativa erudição pode reconciliar muitos egos mas dificulta a compreensão do texto e reduz o número de leitores 14 de junho de 2010 14 jun 2010 2K Ver mais Pelourinho Um manual nada rigoroso Por Manuel Matos Monteiro Num mundo ideal os livros não teriam erros Claro está que não vivemos num mundo ideal e os erros inundam diariamente a televisão o cinema os jornais e os próprios livros Mesmo assim os manuais de escrita jornalística ainda por cima justificariam um zelo acrescido na utilização da língua 12 de abril de 2010 12 abr 2010 827 Ver mais Pelourinho A falta de bons revisores Por Manuel

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  • Manuel Rodrigues Lapa - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    Maria 1939 Estilística da Língua Portuguesa 1945 Cantigas d escarnho e de mal dizer dos cancioneiros medievais galego portugueses 1965 Estudos Galego Portugueses 1979 As minhas razões Memórias de um idealista que quis endireitar o mundo 1983 Ver mais aqui Ver todos os autores FAÇA O SEU DONATIVO Artigos publicados pelo autor O nosso idioma Sobre os estrangeirismos Por Manuel Rodrigues Lapa Os povos que dependem económica e intelectualmente de outros não podem deixar de adoptar com os produtos e ideias vindas de fora certas formas de linguagem que lhes não são próprias O ponto está em não permitir abusos e limitar essa importação linguística ao razoável e necessário Contido nestes limites o estrangeirismo tem vantagens aumenta o poder expressivo das línguas esbate a diferença dos idiomas tornando os mais compreensivos e facilita por i 18 de maio de 2009 18 mai 2009 3K Ver mais O nosso idioma O cliché Por Manuel Rodrigues Lapa O emprego abusivo do cliché caracteriza quase todos os principiantes em trabalhos de estilo Essas séries vocabulares ficaram lhes no ouvido através de más leituras de carácter romântico por vezes Por preguiça mental enxertam esses grupos na redacção que adquire um jeito pretensioso e falso

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  • Manuel Rui - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    do que antes Pois foram libertadas consoantes Aquelas que estavam escritas mas não se liam coitadas Ficavam mudas e não se ouviam porque tristes e amuadas Abaixo o protecionismo que agora perdeu um cê E também a reação O 5 de abril de 2010 5 abr 2010 2K Ver mais Antologia Poesia Necessária Por Manuel Rui 1 De palavras novas também se faz país neste país tão feito de poemas que a produção e tudo a semear terá de ser cantado noutro ciclo 2 É fértil este tempo de palavras em busca do poema que foge na curva das palavras usadamente soltas e antigas distantes das verdades dos rios do quente necessário das brasas do latejar silencioso das sementes dentro da terra quando chove 3 Proponho um verso novo para as laranjas por exemplo matinais e os namorados com que havemos de encher todos os dias os mercados 4 8 de junho de 2007 8 jun 2007 2K Ver mais O nosso idioma Da escrita à fala Por Manuel Rui Ou a palavra é o princípio e negação da eternidade ou o eterno só terá começado sem ter sido concluído com a palavra A cosmogonia dos gestos dos sons dos

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