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  • Manuais de Português como Língua Estrangeira sem desenhos - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    Cunha e Lindley Cintra Figueirinhas 21 ª edição 2013 Gramática da Língua Portuguesa M ª Helena Mira Mateus Inês Duarte Isabel Hub Faria et al Editorial Caminho 5 ª edição 2003 Gramática do Português Moderno autores vários Plátano 2003 Gramática Universal da Língua Portuguesa Afonso Borregana Texto Editores 2005 Gramática Moderna da Língua Portuguesa João Carlos Matos Escolar Editora 2010 Gramática do Português vol I e II autores vários Fundação Calouste Gulbenkian 2013 Gramática da Língua Portuguesa Clara Amorim e Catarina Sousa Areal Editores 2014 Gramática do Português Atual José de Almeida Moura Raiz Editora Lisboa Editora 2014 As gramáticas que habitualmente são concebidas para aprendentes de português como língua estrangeira incluem exercícios e algumas imagens que por vezes se revelam úteis nos níveis iniciais de aprendizagem da língua Deixo lhe também alguns exemplos daquelas que têm maior aceitação nos contextos de ensino de português no estrangeiro Gramática Ativa 1 Olga Mata Coimbra Lidel 2011 Gramática Ativa 2 Isabel Coimbra Lidel 2012 Gramática de Português Língua Não Materna Lígia Arruda Porto Editora 2014 Soraia Valy Lourenço 13 de março de 2015 13 mar 2015 Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Respostas Consultório

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  • Sobre a resposta «"Círculo vicioso", e não "ciclo vicioso"» - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    da Língua Portuguesa 10 de fevereiro de 2015 10 fev 2015 Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Respostas Consultório Correio Erros mais frequentes Mensagens Recentes Ver Todas Boa dicção e pronúncia regional Erros inadmissíveis na TVI Parabéns pelo novo visual Ainda o Ciberdúvidas e o Acordo Ortográfico A etimologia mandada para as urtigas Ainda sobre a etimologia de menino Manuais de Português

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  • «Mais bem feito» - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    evolução natural e inevitável de quaisquer línguas faladas muitas vezes me interrogo se aos meus avós teria sido doloroso passarem a escrever ela em vez de ella ou quase em vez de quasi ou quási julgo Mas vamos às minhas dúvidas 1 Será assim tão errado dizer mais bem feito Ou mais bem acabado Ou será melhor dito essas formas de melhor feito e melhor acabado que tanto agridem a nossa sensibilidade auditiva Será o Santana Lopes melhor vindo ou serão mais bem vindos Guterres Marcelo ou Vitorino Não poderão coexistir algumas das tais excepções à regra que dinamizam a comunicação oral e os processos de derivação etimológica aliás tantas vezes desviados precisamente devido à saudável dinâmica popular da linguagem Obrigada por qualquer esclarecimento Maria da Conceição Montalvão Portugal 6K Damos lhe parabéns pela sensibilidade que revela nas suas apreciações sobre a língua Pensamos também que os receios que manifesta são infundados uma vez que mostra ter cultura mais do que suficiente para usar o português com critério Quanto à dúvida comentário que nos envia trata se de matéria por diversas vezes já esclarecida no Ciberdúvidas vide textos relacionados Em síntese o comparativo e superlativo do advérbio bem é geralmente melhor mas em associação com particípios passados as formas corretas são mais bem donde mais bem feito mais bem dito mais bem acabado Com o composto bem vindo não é de todo possível empregar melhor porque bem é parte de palavra não é uma unidade lexical autónoma logo deverá dizer escrever se mais bem vindos Por outras palavras nestes casos é a própria norma que define uma exceção Textos relacionados Mais bem feito ou melhor feito e Mais bem vs melhor Ciberdúvidas da Língua Portuguesa 9 de fevereiro de 2015 9 fev 2015 Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados

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  • Respeito pela variação linguística do Português - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    Língua Portuguesa em linha ao serviço de todos Ciberdúvidas da Língua Portuguesa 30 de janeiro de 2015 30 jan 2015 Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons FAÇA O SEU DONATIVO Respostas Consultório Correio Erros mais frequentes Mensagens Recentes Ver Todas Boa dicção e pronúncia regional Erros inadmissíveis na TVI Parabéns pelo novo visual Ainda o Ciberdúvidas e o Acordo Ortográfico A etimologia mandada para as urtigas

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  • Correio - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    da ortografia E o fenómeno da globalização também ajuda A utilização da palavra senha para traduzir password em Portugal deu se a partir do momento em que houve brasileiros a produzir sistemas para Portugal e houve sistemas ingleses alemães espanhóis a serem traduzidos apenas para português do Brasil e a serem usados em Portugal Formação da palavra Se separarem pass de word obtêm passar e palavra Dados os ajustes obviamente necessários gerou se passe e palavra Uma vez que no inglês a inversão do nosso sentido natural de escrita é conhecido foi necessário transpor para a expressão palavra de passe Já que em português temos o fantástico fenómeno linguístico da justaposição criou se a expressão palavra passe Utilização da palavra Quanto à questão do uso militar da palavra password não vou alongar me Não é que não tenha argumentos mas a explicação seria demasiado extensa quando se resume ao facto de as palavras terem de sofrer alterações mediante a sua utilização i e a circunstância em que são utilizadas Tem milhares de milhões de exemplos desta situação na língua portuguesa Espero que corrijam o que foi escrito em http www ciberduvidas com pergunta php id 1934 22 de outubro de 2014 22 out 2014 Ver mais O des conhecimento de Portugal na Dinamarca Fernando Kvistgaard Dinamarca 509 Num pequeno livro que escrevi descrevendo paralelismos entre a história de Portugal e a da Dinamarca desde o século XII tentei mostrar que estranhamente Portugal era mais conhecido naqueles tempos do que agora tratando dos dois Estados Nação mais antigos da Europa Entrando finalmente no assunto que me levou a escrever estas linhas e que tem mais a ver com a nossa língua há dois dias não pude deixar de me constranger ao ouvir no noticiário de um dos canais de TV daqui referir se ao ensino do brasileiro na Universidade de Copenhaga Por motivos de cortes nas despesas o ensino de várias línguas como o árabe o chinês o brasileiro e outras deveram ser restringidas Tanto a pessoa entrevistada leitor da universidade como a entrevistadora referiram várias vezes o brasileiro Não me contive e enviei de imediato um e mail à estação da TV e ao entrevistado Como era de esperar aqui na Dinamarca responde se sempre a qualquer carta ou e mail recebi resposta Da parte do leitor justificando se que ele quis referir se a estudos brasileiros quando disse o ensino do brasileiro de parte da TV pediram desculpa pelo equívoco Vezes sem conta tenho também refilado sobre a presentação dos boletins meteorológicos quando há mau ou bom tempo em Espanha em vez de pelo menos dizer na Península Ibérica De quem é a culpa deste estado lastimoso sobre o conhecimento de Portugal Felizmente ainda temos o Ronaldo que nos ajuda Nas páginas da Internet quando há opções para a escolha da língua o que vemos como símbolo da língua portuguesa Claro a bandeira do Brasil Nem tão pouco a União Europeia para onde também escrevi se dá conta disto

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  • Carlos Reis - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    de Leitura do Rio de Janeiro e doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Autor dos blogues Eça de Queirós investigação ensino e debate sobre temas queirosianos e Figuras de Ficção Ver todos os autores FAÇA O SEU DONATIVO Artigos publicados pelo autor Anterior Página 2 Seguinte Ensino Sabe ele o seu português Por Carlos Reis A sugestão escreve o coordenador da equipa que elaborou o novo Programa de Português do Ensino Básico em Portugal não sendo por certo politicamente correta é simples que se deixe para segundo e sub 12 de agosto de 2011 12 ago 2011 2K Ver mais O nosso idioma O escritor como mestre na morte de José Saramago Por Carlos Reis Intervenção do professor universitário Carlos Reis em representação da Fundação José Saramago na sessão de exéquias do Nobel português de Literatura no dia 20 de Junho de 2010 20 de junho de 2010 20 jun 2010 1K Ver mais O nosso idioma A língua como ovo das galinhas de ouro Por Carlos Reis Artigo do Professor Carlos Reis publicado no quinzenário Jornal de Letras Artes e Ideias n º 1003 que aqui se transcreve na integra por deferência do autor Texto escrito no original já segundo as novas regras do Acordo Ortográfico 10 de maio de 2010 10 mai 2010 2K Ver mais Lusofonias Notícias de uma causa comum Por Carlos Reis Uma notícia recente confirmou aquilo que era cada vez mais evidente o Brasil está a despertar para a política da língua De acordo com afirmações do ministro das Relações Exteriores Celso Amorim a promoção do português está associada à criação de uma Universidade da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ao sublinhar que aquela política é uma prioridade para o Brasil o ministro notou ainda que a

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  • Os perigos da "imagináutica" - Lusofonias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    Cronicando porque também ele vive a língua como viagem ou talvez melhor como seu efeito Ao texto que citei segue se no mesmo volume um outro intitulado A morte nascida do guardador de estradas aos puristas da língua Os puristas da língua têm de facto muito que se lhes diga não faltam felizmente argumentos contrapesando o seu zelo provindos de autores às vezes acoimados de estrangeirados quando não de antipatrióticos Aconteceu assim com o mencionado Garrett e com Eça com Almada Negreiros e com Saramago entre outros do mesmo modo quem defende o Acordo Ortográfico não escapa ao ferrete da traição à Pátria Por diferentes caminhos Mia Couto também não se furta ao zelo purista no tempo pós colonial em que paira sobre o universo da língua portuguesa um fantasma chamado lusofonia Já falei dele noutros momentos e por isso passo adiante A crónica A morte nascida do guardador de estradas aos puristas da língua é uma parábola passada numa estrada em que opera um guarda atento aos desvios de quem por ela transita para esse guarda perigosos são os caminhantes que se aventuram pelo carreirinho que conduz aos subúrbios da língua Ou ao sulbúrbio como prefere Mia Couto que alerta para uma dinâmica da língua e dos seus percursos que o guarda este e os demais não alcança Cito O que ele não via era o seguinte é que o pé posto em viagem anula a condição terrestre Em troca o chão se vai desnudando na alma humana surgem as pegadas do planeta Afinal os carreiros esses perigosos surgentes não servem apenas para levar os viajantes Eles próprios se movem junto com a travessia 4 A reflexão que aqui tenho desenvolvido incide em parte sobre as derivas da língua as alternativas e os trajetos em que por entre os perigos da imagináutica se vai decidindo o destino do português Mas essa reflexão enquadra se num mais vasto âmbito de cogitações conduzindo a temas e a subtemas a que me refiro de forma inevitavelmente sucinta Assim falar em espaço da língua portuguesa implica que se fale também na relação entre espaços da língua portuguesa no plural porque é disso que se trata Daqui decorrem tensões que não podemos ignorar remetendo para a dialética entre centro e periferia e entre conservação normativa e inovação transgressora Na mais construtiva das hipóteses a feição plural dos espaços da língua portuguesa será entendida como indutora de diferenças que enriquecem um idioma disseminado por cenários de complexa configuração cultural e linguística Mas aquele enriquecimento é uma metáfora e como quase sempre acontece com as metáforas ela diz uma coisa para esconder outra ou outras Para além disso a dinâmica de pluralidade e de diversificação que atinge a língua portuguesa confronta se com um desafio o de fazer dela um fator de produção e difusão do conhecimento Para isso carecemos de um idioma de modelização científica com coesão e com rigor conceptual A questão melindrosa não é apenas a de saber quem produz esse conhecimento mas

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  • Que faremos com esta língua? - Lusofonias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
    paz o defunto conselheiro Acácio e digo apenas que o entusiasmo daquelas palavras oblitera a realidade da economia global dos idiomas no mundo de hoje os movimentos e os componentes que lhe estão associados designadamente os índices de desenvolvimento científico e tecnológico e os poderes que na geolinguística que mapeia o planeta condicionam a relevância de facto de outras línguas de cultura que não a nossa Digo o sem júbilo motivado tão só pelo desencantado cansaço de verificar que desde há décadas e para além daquela retórica estafada pouco ou nada tem resultado do discurso político em torno da língua portuguesa Reconheço e louvo ainda assim que a resolução tenha resistido à tentação do chavão Minha Pátria é a Língua Portuguesa invariavelmente descontextualizado mal citado e mal atribuído Celebre se então o Dia Internacional da Língua Portuguesa mas não apenas para tranquilidade da culposa consciência daqueles que pouco ou nada fazem por uma política de língua responsável Algumas linhas de atuação que tardam em ver a luz do dia valorizar o princípio da internacionalização da língua indo muito além da sua utilização em organismos internacionais p ex reconhecendo que a língua e a cultura potenciam a presença da economia no estrangeiro encontrar com perseverança e agilidade diplomática vias de cooperação estratégica com os restantes países de língua oficial portuguesa como quem diz deixar de insistir por birra ou obtusidade no contrário do que eles fazem perceber as diferenças de dimensão e de estatuto geopolítico de países como o Brasil Angola ou Timor Leste por forma a evitar duplicações omissões e disfunções ou seja faça cada um o que pode e lhe cabe privilegiar no terreno não apenas no discurso ou em medidas isoladas a consolidação do idioma em ligação com o desenvolvimento humano e reconhecer as assimetrias que ele evidencia num amplo espaço multicontinental em que são visíveis os riscos de fragmentação linguística saber encontrar sobretudo no plano do ensino universitário no estrangeiro alianças com outros idiomas em vez de os encarar como inimigos pérfidos trabalhar para que o português seja uma língua de conhecimento no sentido mais exigente da expressão E ainda reformar e revigorar instituições como o Instituto Internacional da Língua Portuguesa e o Camões cuja anemia e irrelevância política são chocantes Como é evidente não se espera de uma singela resolução da AR um plano articulado para uma estratégia da língua Mas ela faz lembrar que há longos anos aguardamos dos poderes públicos respostas convincentes para uma pergunta que nos atormenta com lancinante persistência que faremos com esta língua Outros textos do autor Fonte transcrição com a devida vénia do jornal Público de 25 de junho de 2014 Sobre o autor Carlos Reis Carlos Reis Angra do Heroísmo 1950 é ensaísta professor da Universidade de Coimbra e ex reitor da Universidade Aberta em Lisboa Especializado em Literatura Portuguesa dos séculos XIX e XX e em Teoria da Narrativa publicou sobre esta área vários livros de prestígio internacional e assinou dezenas de artigos em revistas universitárias Catedrático de

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