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  • Pavilhão do Conhecimento
    deu se a formação do primeiro núcleo atómico estável Nos 300 000 anos que se seguiram o Universo foi constituído por um plasma o que quer dizer que os elementos leves e g hidrogénio hélio estavam sob a forma de núcleos atómicos misturados com electrões livres A temperatura continuou a decrescer e alguns electrões começaram a combinar se com os núcleos atómicos formando iões a cerca de 3 500 graus centígrados a transformação estava quase completa A maioria dos iões eram electricamente neutros e o plasma tornou se um gás Das Galáxias às EstrelasA etapa seguinte na evolução do nosso Universo passou pela segregação de nuvens de poeira e de gás que deram origem à formação das Galáxias Em cada uma destas enormes bolas de gás ligeiramente achatadas com diâmetros de várias centenas de milhares de anos luz começaram a formar se centenas de milhões de glóbulos gasosos mais pequenos as nebulosas Uma destas nebulosas foi fundamental para o aparecimento do nosso planeta pois esteve na origem do nosso Sistema Solar Nessa nebulosa dita proto solar a densidade central era suficientemente elevada para desen cadear uma instabilidade gravitacional que a fez colapsar sobre si própria A contracção da nebulosa provocou a concentração da quase totalidade da sua massa na região central A contracção então ocorrida foi suficientemente importante para que o aquecimento gerado tivesse desencadeado reacções nucleares dando origem ao nosso Sol uma estrela tinha acabado de nascer Do Sol aos PlanetasA turbulência da movimentação do gás impediu que uma parte do gás disponível se tivesse acumulado directamente na estrela recém formada Formaram se então enormes anéis que orbitando em torno da nova estrela deram origem a um disco de acreção constituído por 98 5 de gás e 1 5 de poeiras A acumulação de grãos no plano equatorial fez

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  • Pavilhão do Conhecimento
    não diferenciado formado essencialmente por uma liga de ferro com algum níquel misturada com grãos de olivina e de piroxena ambos minerais silicatados com ferro e magnésio Com efeito para as temperaturas e pressões que então existiriam na região da nébula onde o nosso planeta se formou estes seriam dos primeiros condensados a aparecer há medida que a nébula ia arrefecendo Quando esta proto Terra atingiu a dimensão de Marte cerca de metade do raio e um décimo da massa da Terra actual o calor libertado durante as colisões sucessivas bem como o produzido pelas desintegrações em cadeia dos principais átomos radioactivos essencialmente alumínio potássio urânio e tório terá sido suficiente para fundir pelo menos parcialmente os materiais que a compunham Devido à densidade mais elevada a liga de ferro e níquel existente neste oceano de magma vai juntar se em gotas que acabam por decantar para as regiões mais internas da Terra Este processo acaba por provocar a diferenciação do nosso Planeta que passou a ser constituído por um núcleo metálico envolvido por um manto predominantemente constituído por silicatos de ferro e magnésio O crescimento dos planetas do Sistema Solar foi feito à custa do material que formava a

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  • Pavilhão do Conhecimento
    dimensões designadas côndrulos A sua composição mineralógica é muito semelhante à que descrevemos para o nosso Planeta no seu estado mais primitivo uma mistura de olivina piroxena e ferro nativo Somos assim levados a concluir que estes meteoritos constituem peda ços do Sistema Solar no seu estado menos evoluído Contrastando com os condritos temos os meteoritos diferenciados os quais terão resultado da fragmentação de corpos planetários que sofreram uma evolução semelhante à da Terra e na qual um núcleo metálico se separou de uma zona mais externa rica em silicatos Destes alguns não possuem vestígios de ferro são os chamados acondritos A maioria dos acondritos apresenta uma composição química muito semelhante à dos basaltos a rocha vulcânica mais comum na Terra O outro tipo de meteoritos diferenciados são os sideritos ou meteoritos férricos constituídos essencialmente por ferro metálico com algum níquel e pequenas quantidades de outros mine rais A maioria dos sideritos esteve inicialmente fundida e terão sido originados no núcleo de asteróides diferenciados O impacto de um meteorito com 10 quilómetros de diâmetro que se aproxima da Terra percorrendo cerca de 30 quilómetros em cada segundo é uma catástrofe que pelas suas dimensões é dificilmente imaginável Algumas comparações ajudam a perceber este fenómeno Imaginemos o volume do todos os edifícios dos Estados Unidos da América a chocarem contra a Terra a uma velocidade 100 vezes superior à de um avião a jacto a energia então libertada é equivalente a 10 000 vezes o total do arsenal nuclear existente no pico da Guerra fria eis o impacto do nosso meteorito A onda de choque produzida é tão intensa que parte funde ou até vaporiza as rochas atingidas este material é atirado para longe pela força do impacto Existe ainda alguma controvérsia sobre a origem dos tectitos O modelo que parece

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  • Pavilhão do Conhecimento
    de uma máquina de um ser humano ou do nosso Planeta sondar medir pesar são actividades essenciais no conhecimento e investigação do funcionamento da Terra O interior da Terra não é homogéneo Se tivermos em consideração a composição química dos materiais aí existentes é possível consi derar 3 camadas concêntricas com diferentes composições crusta é a camada mais externa formada essencialmente por silicatos de alumínio e óxidos granitos e basaltos

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  • Pavilhão do Conhecimento
    existem seres vivos Se em toda esta evolução a distância ao Sol nos parece um factor óbvio demasiado perto as temperaturas seriam demasiado altas e demasiado longe elas seriam demasiado baixas a influência da atmosfera revelou se também um factor fundamental levando à individualização de 3 etapas DissipaçãoA formação da Terra pela colisão de partículas cada vez de maiores dimensões implicou não só a concentração de voláteis nos planetas mais externos mas também a concentração dos refractários nos planetas internos Mercúrio Vénus Terra e Marte Por outro lado a emissão pelo Sol de grandes quantidades de gás originou um vento que afastou para longe qualquer vestígio de atmosfera que se tivesse formado Com efeito o nosso planeta não tinha ainda adquirido uma massa suficiente que o dotasse de uma gravidade capaz de reter os voláteis opondo se à sua dissipação pelo vento solar ConcentraçãoA desestabilização criada pelo crescimento da massa gigantesca de Júpiter levou à ejecção em todas as direcções de uma grande quantidade de cometas corpos que apresentam um núcleo rochoso envolvido por uma capa de gelo Alguns destes cometas acabaram por vir colidir com a Terra que entretanto já tinha ganho uma massa suficiente para impedir que parte da água e dos outros elementos voláteis fosse de novo perdida para o espaço Esta nova atmosfera terá ainda sido enriquecida com os gases associados ao importante vulcanismo das fases iniciais do nosso planeta O efeito estufa provocado por esta atmosfera extremamente densa 50 vezes superior à actual originou temperaturas da ordem dos 500 a 600º C RarefaçãoA superfície da Terra seria então constituída por um extenso oceano no qual surgiam algumas ilhas vulcânicas A alteração das rochas que as constituíam provocou a libertação para o oceano de cálcio e magnésio Estes elementos tinham uma grande facilidade em se combinarem

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  • Pavilhão do Conhecimento
    de energia especialmente importantes para a compreensão do funcionamento do nosso Planeta a Energia Potencial e a Energia Cinética A Energia Potencial é obtida sempre que qualquer objecto é obrigado a deslocar se num sentido diferente ao da força que nele actua É por exemplo a energia que é armazenada quando se estica um arco e que depois é utilizada para se fazer disparar uma seta Mas é também a energia associada ao levantar de qualquer objecto situação em que é preciso vencer a força da gravidade A Energia Cinética é a energia do movimento Qualquer objecto a deslocar se possui energia cinética Esta depende da velocidade e da massa do corpo quanto maiores elas forem maior é a energia cinética Um elefante a deslocar se devagar pode ter a mesma energia cinética que uma pequena bala a mover se a grande velocidade Qualquer sistema por muito simples que pareça implica complexas transferências entre diferentes formas de energia Tenta analisar a variação das energias potencial e cinética ao longo da seguinte experiência SOLUÇÃO Quando empurras a esfera para cima esta ganha energia potencial Imediatamente antes de começar a descer a energia potencial é máxima e a cinética mínima Quando a

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  • Pavilhão do Conhecimento
    maior parte da ENERGIA que a Terra utiliza 2 As plantas captam a ENERGIA solar e utilizam na no seu crescimento 3 Os herbívoros servem se das plantas que comem para ganhar ENERGIA 4 O Homem utiliza os alimentos que come para adquirir ENERGIA alguma desta ENERGIA é armazenada nos músculos sob a forma de ENERGIA POTENCIAL 5 A ENERGIA dos músculos é utilizada para se opor à gravidade fazendo subir o martelo que ganha ENERGIA POTENCIAL 6 Ao descer devido à acção da gravidade e dos músculos a ENERGIA POTENCIAL do martelo vai se transformando essencialmente em ENERGIA CINÉTICA 7 Quando o martelo bate no prato e pára começa um novo Jogo das Energias o martelo fica estático o peso sobe a campainha toca o peso desce o peso fica estático 8 Quando o martelo bate no prato a maior parte da ENERGIA de que vinha animado é transmitida para o peso sob a forma de ENERGIA CINÉTICA Esta ENERGIA vai ser essencialmente utilizada para vencer a força gravítica e desse modo o peso vai ganhando ENERGIA POTENCIAL 9 Se a ENERGIA CINÉTICA inicial do peso for suficiente este conseguirá atingir a campainha parte da ENERGIA será então utilizada

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  • Pavilhão do Conhecimento
    dá se a precipitação e a água que cai chuva chega novamente ao ponto de partida a superfície da Terra devido à acção da gravidade Aqui tu és o Sol E um observador atento da gravidade em acção Ao pedalares a tua energia muscular vai ser capaz de fazer subir a água Uma vez lá em cima a força da gravidade faz com que a água caia transferindo a sua

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