web-archive-pt.com » PT » P » PAVCONHECIMENTO.PT

Total: 975

Choose link from "Titles, links and description words view":

Or switch to "Titles and links view".
  • Pavilhão do Conhecimento
    agora na sala de controlo de uma fábrica de papel virtual Pode usar o teclado sobre a mesa para se deslocar de um ponto para outro dentro da fábrica Inicie o programa seleccionando o idioma pretendido Pode obter informação mais pormenorizada sobre cada secção na fábrica utilizando os botões numerados À medida que se desloca o monitor do computador fornecer lhe á informação mais pormenorizada sobre o funcionamento da fábrica

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=280&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive


  • Pavilhão do Conhecimento
    existentes na água das descargas As medidas que mais contribuíram para diminuir o impacto das descargas foram As indústrias antigas foram renovadas a bom ritmo As unidades fabris com larga emissão de efluentes foram completamente substituídas Uma nova unidade fabril é sempre menos lesiva do ambiente do que uma antiga As novas unidades fabris integram sistemas de tratamento dos efluentes mais eficazes Foram introduzidos processos fechados de produção e novos métodos químicos de branqueamento da pasta de papel Gráfico Produção da indústria florestal finlandesa e níveis de descarga de efluentesProdução em milhões de toneladas anoDescargas de efluentes em 1000 t anoPapel e cartãoPasta de papelNecessidade de oxigénio biológico O cheiro de uma fábrica de pasta de papel O cheiro característico da indústria florestal é causado pelos compostos de enxofre reduzido produzidos pelo processo de sulfatação da pasta de papel Durante a última década a emissão destes compostos foi reduzida a um quarto dos níveis registados em 1986 O olfacto humano é tão sensível que é capaz de detectar estes compostos no ar mesmo em níveis de concentração muito baixos O cheiro de uma fábrica de enxofre é causado sobretudo por quatro compostos de enxofre reduzido conhecidos como com postos TRS TRS Total Reduced Sulphur Os compostos TRS formam se quando a polpa química está a ser homogeneizada Durante este processo os produtos de degradação da forma de lignina da madeira juntamente com uma solução branca de álcool metílico Geralmente o pH da solução da pasta é suficientemente elevado para evitar a formação de sulfeto de hidrogénio Os compostos TRS concentram se durante o processo de homogeneização e são libertos logo que o recipiente utilizado para esse efeito é esvaziado Antigamente a maior parte do mau cheiro dos compostos de enxofre orgânico reduzido era liberto para a atmosfera Hoje em dia

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=281&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive

  • Pavilhão do Conhecimento
    Shop Bookshop Cafetaria Ciência Viva Centers Projects Highlights Na imprensa Versão Portuguesa módulos Wenge ou balsa A Floresta A massa volúmica de uma espécie arbórea varia conforme a origem o teor de humi dade etc Os dados aqui apresentados foram determinados por Heureka Wenge Millettia laurentii Origem África Tropical Características fibras rectílineas e rígidas Madeira dura Massa volúmica densidade 848 kg m3 Utilização Mobiliário soalho Ácer Acer platanoides Origem Europa Central e Setentrional Características fio recto textura fina Massa volúmica densidade 755 kg m3 Utilização Mobiliário soalho Bétula Betula pubescens Origem Europa Central e Setentrional Norte da Ásia Características Fibras rectílineas e flexíveis Madeira densa Fio reverso Massa volúmica densidade 657 kg m3 Utilização Mobiliário todo o tipo de objectos de madeira Mogno das Honduras Swietenia macrophylla Origem América Central e do Sul Características A cor varia entre o vermelho claro e o vermelho acastanhado Massa volúmica densidade 498 kg m3 Utilização Mobiliário iates e embarcações Cedro vermelho Thuja plicata Origem América do Norte Características Fio recto textura grosseira Massa volúmica densidade 371 kg m3 Utilização Mobiliário de exterior barcos Balsa Ochroma pyramidale Origem Caraíbas regiões tropicais da América Central e do Sul Características Fio recto textura fina Massa volúmica

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=282&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive

  • Pavilhão do Conhecimento
    seis vigas Todas elas têm o mesmo comprimento 5 5m e possuem a mesma quantidade de madeira cerca de 10Kg mas têm secções diferentes A secção é importante A viga 6 de maior secção é uma viga mestra e pode suportar uma carga quase oito vezes superior à carga máxima da viga 1 que tem a forma de um tronco A secção também influencia a dimensão da curvatura Mas curvatura não equivale a resistência Imagine que está a encurvar por exemplo uma cenoura um pingente de gelo uma barra metálica ou um bastão de borracha E daí Um tronco de árvore tem uma secção excelente para suportar todas as solicitações impostas a um tronco de árvore A tarefa destas vigas é muito mais simples devem suportar o peso exercido por si na corda Por conseguinte a secção das vigas foi determinada em função desse objectivo As vigas encurvam sob efeito de cargas Quando a carga aumenta a curvatura também aumenta até que a viga cede A dimensão da curvatura das vigas de secções diferentes varia até sob o efeito de cargas idênticas Por exemplo a asna nº 5 é quase incapaz de flectir sem ruptura enquanto a viga redonda nº 1 suporta bastante peso antes da ruptura As cargas máximas à flexão calculadas para cada viga e a flexa máxima formada sob efeito da carga são os seguintes Número da Viga Carga Flexa Viga nº 1 60 kg 90 mm Viga nº 2 125 kg 48 mm Viga nº 3 185 kg 55 mm Viga nº 4 300 kg 53 mm Viga nº 5 330 kg 6 mm Viga nº 6 470 kg 20 mm As estruturas são normalmente projectadas de modo a que cada comprimento tenha a secção e dimensão mais apropriadas à função a que se destinam Por

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=283&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive

  • Pavilhão do Conhecimento
    anuais de crescimento das árvores sendo utilizada tanto para fins de investigação como de datação A largura do anel produzido anualmente por uma árvore varia quase todos os anos Estes anéis anuais funcionam como o registo preciso da natureza um calendário de madeira A medição e investigação da espessura e densidade dos anéis fornecem informação preciosa sobre as condições existentes durante o tempo de vida da árvore Para além disso comparando os dados recolhidos nos anéis anuais de diferentes árvores é possível determinar o ano em que uma determinada árvore nasceu e morreu Nas regiões nórdicas a temperatura é o factor que afecta mais significativamente o crescimento de uma árvore Durante um verão quente a árvore produz um anel de crescimento largo enquanto durante um verão frio o anel produzido é estreito Nestas regiões é sobretudo a secura do ano que faz variar a espessura do anel de crescimento de ano para ano A dendrocronologia pode pois fornecer nos informação sobre antigas mudanças no clima tal como graças a modelos matemáticos nos permite prever futuras evoluções climáticas Tais dados são especialmente úteis no estudo do pinheiro da casquinha oupinheiro silvestre que cresce a elevada altitude no limite da floresta Datação cruzada Cross Dating A datação cruzada é a técnica mais importante utilizada em dendrocronologia Tal técnica consiste em comparar a largura dos anéis anuais de diferentes árvores bem como as diferenças na estrutura dos anéis Deste modo é possível determinar com exactidão o ano em que cada anel se formou Os dados referentes aos anéis anuais de árvores de idades diferentes podem ser assim combinados de modo a constituírem gradualmente longas séries cronológicas Hoje em dia graças a este tipo de calendários de anéis de crescimento das árvores é possível determinar a idade de uma árvore até 2000 anos Fonte

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=284&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive

  • Pavilhão do Conhecimento
    Ciência Viva Centers Projects Highlights Na imprensa Versão Portuguesa módulos Uma árvore com 8000 anos A Floresta Acima da sua cabeça encontra se um mastro esguio com dezoito metros de altura O artista Markku Kosonen construiu este mastro com pinho e de tal modo que ele é constituído por 8000 anéis de crescimento colocados uns após outros Se o pinheiro utilizado pelo artista tivesse crescido ao mesmo ritmo durante 8000

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=285&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive

  • Pavilhão do Conhecimento
    O valor acrescentado da madeira A Floresta O valor da madeira aumenta quando esta é cortada em tábuas e pranchas que são depois usadas no fabrico de diversos objectos Aqui estão alguns exemplos das tendências no preço da bétula Objectos expostos 1 Fotografia de uma bétula Um metro cúbico sólido de madeira em crescimento pesa cerca de 800 kg e o seu preço é de 8 100 00 m3 O preço é pois de 10 00 kg 2 Um tronco de bétula antes de ser cortado A sua densidade é igual à da madeira em crescimento 800 kg m3 O preço de um metro cúbico sólido antes de ser cortado é de 16 850 00 O preço é pois de 20 00 kg 3 Uma prancha de bétula seca que vale hoje 156 000 00 m3 num comerciante de madeira finlandês Centro de Madeira Puukeskus A sua densidade é de cerca de 660 kg m3 e o preço ronda 236 00 kg 4 Um banco de madeira desenhado pelo arquitecto finlandês Alvar Aalto custa 52 900 00 na Artek O preço da madeira atinge pois 18 245 00 kg 5 Joalharia de madeira de Kauko Raatiniemi Kolair cujo preço ronda

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=286&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive

  • Pavilhão do Conhecimento
    utiliza a madeira com o máximo de cuidado economia e respeito pelo ambiente Primeiro é retirada a casca ao tronco 1 A casca caixa 6 é utilizada como combustível na zona de secagem da indústria de serração O tronco descascado 2 é serrado aplainado cortado à medida e entalhado obtendo se assim peças prontas para a construção A madeira extraída ao serrar se o tronco 3 é por sua vez cortada aplainada e transformada em tábuas 4 as quais serão usadas na construção de tectos elementos de paredes interiores soalhos caixilharia etc O serrim produzido ao cortar as tábuas é utilizado no tratamento de couro na indústria de peles caixa 9 As rebarbas caixa 10 que se formam quando a madeira é aplainada são utilizadas como cama para o gado enchimento para adubo matéria prima para aglomerado de partículas e como combustível quando misturado por exemplo com as aparas da casca A máquina utilizada para cortar os toros aplainados é controlada por computador com vista a minimizar os desperdícios As sobras finais são transformadas em aparas para embalagens caixa 7 e lã de madeira caixa 8 usadas para material de embalagem para acondicionar mobiliário como absorvente em gaiolas ou canis de animais domésticos e como cobertura para canteiros de jardim Algumas destas sobras são ainda usadas em candeias de lenhador 11 e em pequenas lareiras 12 As sobras mais pequenas acabam por ser utilizadas como lenha ou como matéria prima para pasta de papel Objectos expostos 1 Tronco 2 Tronco descascado 3 Tronco cortado 4 Tábuas para tectos soalhos paredes interiores e caixilharia 5 Troncos aplainados prontos para a construção de paredes 6 Rebarbas para queimar 7 Aparas para material de embalagem 8 Lã de madeira para embalagens e acolchoamento de mobiliário gaiolas e jardinagem 9 Serrim para tratamento de couro 10 Aparas para camas de gado 11 Uma candeia de lenhador para iluminação exterior 12 Pequena lareira por exemplo como um presente Construção de uma casa de madeira antigamente FIGURA 1 As árvores apropriadas eram cortadas e descascadas nos rigores do Inverno de modo a poderem secar antes de os insectos e fungos surgirem na Primavera As melhores árvores para as construções em madeira eram os velhos pinheiros de casquinha Em áreas de aldeias mais densamente povoadas tornava se necessário percorrer longas distâncias para encontrar árvores adequadas Os troncos eram frequentemente transportados em trenós puxados a cavalo e o trabalho requeria um esforço colectivo FIGURA 2 Os troncos eram encaixados moldando se com um machado a parte superior do tronco inferior de forma a esta encaixar no tronco superior Os troncos eram fixados com cavilhas de madeira FIGURA 3 Musgo linho e aparas de madeira eram usados para calafetagem da estrutura Desenhar e executar um canto requeria uma perícia considerável Existiam muitas formas diferentes de delinear os cantos e as variações aumentavam em função de influências estrangeiras modas e estilos individuais O canto liso era o mais comum nos séculos XIX e XX FIGURA 4 Os cantos embutidos eram

    Original URL path: http://www2.pavconhecimento.pt/exposicoes/modulos/index.asp?accao=showmodulo&id_exp_modulo=287&id_exposicao=9 (2016-01-01)
    Open archived version from archive